quinta-feira, 16 de julho de 2009

old new

People spend so much time every single day, running around all over town, giving their forever away.

But no not me, I won't let my forever roam.

And now I hope I can find my forever a home, so give me your forever, please, your forever.

Not a day less will do, from you.

domingo, 12 de julho de 2009

brand new

já dizia na campa do scofield: 'be the change you want to see in the world.'
mudar de penteado conta?

'não há nada como voltar a um lugar que permanece imutável para descobrir de que forma nós próprios mudámos'

terça-feira, 7 de julho de 2009

primeiro estranha-se, depois entranha-se

Necessidade de te ter é viva em mim, acende-se sem lume. Preciso de te dizer, a cada hora que voa, que te amo até planetas, universos ou qualquer gigante coisa. É tudo o que eu quero, pôr-do-sol e o teu afecto; esse dito cujo que me tira as frases do vocabulário e me esmaga por completo, quando me sento ao teu lado. És divinal, e tenho todo o sentimento, encavalitado no coração - por mais espaço não haver para ele morar. Assim, tento doar-te todo ele, com a maior das verdades, espalhar por cidades e transformar. Forte e robusto, é isto; e um dia, quando mais ninguém gritar amor - partilha-o comigo, e isto será ainda mais único. Não trilhes o teu caminho sem a minha sombra; jamais despertes em mim, o sentimento de te perder. Get lost, inside me.

Ando assim, só (te) vejo.

domingo, 5 de julho de 2009

new stage

“cresça, independente do que aconteça, eu não quero que você esqueça, que eu gosto muito de você”

domingo, 28 de junho de 2009

26x7

I've been telling you this story and while there's many things to learn from it, this may be the biggest. The great moments of your life won't necessarily be the things you do, they'll also be the things that happen to you. Now I'm not saying you can't take action to affect the outcome of your life, you have to take action, and you will. But never forget that on any day, you can step out the front door and your whole life can change forever. You see the universe has a plan, and that plan is always in motion. A butterfly flaps its wings and it starts to rain. It's a scary thought but it's also kind of wonderful. All these little parts of the machine constantly working, making sure that you end up exactly where you're supposed to be, exactly when you're supposed to be there. The right place at the right time.
So there you have it, theres a lot of little reasons why the big things in our lives happen, if I had known then where all those little things were leading me and how grateful I'd be to get there. Well, I probably would have done something like this... because somehow I ended up at the right place at the right time. And as a result, my life would never be the same. I just love. You.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

can we go back?

E se eu perguntasse se estás igual, o que me dizias? Se eu olhasse bem à tua volta, como olho todos os dias, e te dissesste que não está tudo bem? Talvez me respondesses pela quinquagésima vez, que não vais deixar nada. Mas, será que a pergunta se desenhou para essa resposta? Jamais. Quando resolveres andar para trás, posso eu estar mais à frente no trilho. Volta agora, ou rasga o bilhete de retorno ao meu lugar secreto. Ao nosso. É nestas alturas, que eu decido não usar relógio; o tempo atraiçoa, o tempo; esse, pode mudar tudo. Can we go back? Não respondo a perguntas dificeis, a resposta não me vai lisonjear.

terça-feira, 23 de junho de 2009

?

"Isto pertence-me, não terás hipótese alguma."

sexta-feira, 19 de junho de 2009

teste1#

Para si, os homens estão entre o desporto e a colecção de cromos.Hedonista, gosta essencialmente de se divertir. Não perde tempo a planear o futuro e só acredita em relações intensas mas fugazes.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

foto-me

Eu costumo dizer que pessoas não se comparam a objectos inanimados, mas pardon, que aqui nós somos iguais. Aparência escura, corpo complicado com traços escondidos e indefinidos, com pouco sinal de esbelta silhueta. Uma grande e impune lente, um olho panorâmico; vê o que quer, e até o que não. Memória interminável, cheia de cor alheia, com toques cinzentos de vida, e ainda sépias de antigas primaveras. Inesgotável, é o seu interior; foco único no que lhe interessa, flash de sol para vista amiga. Forte fita à sua volta, com medo que manuseio exterior lhe magoe o coração; ou o cartão de memória (porque sim, para mim, pessoas também o possuem. alguns apenas o resolvem deixar em casa, desleixo). Recordações laminadas, como fotografias de passe, com molduras à volta, e sonhos animados. Retocável, com mil e um programas em sistemas, mas indefinida. Muito. Agora diz-me que não somos iguais? Eu, não estou apaixonada por um objecto; mas por uma pessoa em forma tal.

domingo, 14 de junho de 2009

primeiro capítulo

"Ela olhava para a janela do carro, com sede de paisagem que não fosse de cidade suja, mas sem sucesso. Jovial e indefesa, a pequena rapariga ao seu lado, retorque em tom fascinado, olhando para os seus pulsos; ambos:
- Ohh, o que é isso que usas no pulso, transparente?
- É uma alsa, de uma amiga. - responde-lhe ela.
- Então mas porque é que usas aí uma alsa? Que coisa tonta! - perguntou ela inocentemente, com um risinho no canto do lábio.
- É como se fosse uma pulseira bonita. Uma pulseira da amizade, percebes?
- Pulseira da Amizade? Que giro!
- É, não achas? - balbuciou a rapariga, desta vez com um vazio no estômago, de sair dali; de sair do ambiente sujo outra vez.
- Siiiim - disse alegremente a menina, mostrando o seu interminável interesse - e o resto das pulseiras? São TODAS pulseiras da amizade?! - perguntou, parecendo extremamente surpresa.
- Sim são, de amizade e mais. - devolveu ela, com um ar de quem não queria saber do assunto.
- Ohhh, tão querido que isso é! Sabes, eu também queria ter assim tantas pulseiras da amizade, nem tenho uma! - lamentou-se a rapariguinha de idade pouca.

- Pois, vais ter - confortou-a - vais ter, um dia; sem pressa.

E a esta altura toda a fome e sede de sair dali, pareciam ter-se multiplicado pelo número de pulseiras que abraçavam os seus pulsos inocentes, que nada tinham para dizer. Porque por ali, já nada se conta; alguém mudou de casa, e não vendeu a antiga. Já para não contar a velha história da pulseira que se quebra."

'o copo parece não ter fundo. e o que queremos, é sempre: mais.'

sábado, 13 de junho de 2009

i'm hot




















é desta, I PROMISE!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

d

a past so deep that even you could not bury if you tried
after all this time I never thought we'd be here, never thought we'd be here
when my love for you was blind, but I couldn't make you see it, couldn't make you see it
that I love you more than you'll ever know.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

without a trace

CIMG0347

Quando desaparecer
hei-de pedir à noite que me consuma com ela
que me devaste a alma
não quero mais
quero desaparecer na noite
e só de noite consumir-me.
António Gancho

É infinito o poder com que a vida pode desvanecer e descolorar. Até a tua identidade, presa por um fio, na tarde de sol em que não encontras rasto algum da vítima que antes habitava o teu ser. Procuras em jardins, em cidades e em àrvores. Procuras espelhos, que distorcem e alteram, a mais pura realidade; e até procuras aqueles que te dizem verdade singela e não esfumaçam sempre que esvoaças para o seu reino de reflexos. Nenhum dos acima ditos, te sabe contar a tua fábula; nem mesmo sabem falar-te do que comeste na última ceia em que te dizias a transbordar de conhecimento, até de amor. Sentes um vazio que se entorna de incerteza, ou de dúvida certa. Tu não és mais quem eras antes, nem mesmo a sombra te segue do mesmo lado onde se costumava contorcer; seguindo tudo o que ordenavas. Agora, sabes o que é, ser rainha e não ter ceptro ou coroa; ser pastor e nada ter para condenar à vida, o teu vasto e lindo pasto. Não consegues sequer lembrar-te do último livro que passeou contigo de mãos dadas, tentando partilhar o ar que respiras. Vagamente te lembras, da planície que possui as tuas raízes; alguém descolou a tua mente do teu coração, e não encontrou maneira de a erguer de novo, peça-a-peça. O teu cinto de segurança foi desatado por si próprio, e ficas assim, em risco de ser atropelada, pela Terra, que se move como bola de neve, em piloto-automático e livre. Sabes mesmo o que é, teres de te olhar ao espelho apenas pela aparência, e mesmo assim, nada se desenha a giz, nem mesmo a vapor de respiração. É como se desaparecesses do mapa, ou do gps. Os teus trilhos e atalhos, foram tapados com terra bruta, que se espalha até chegar a ti. E aí, tu vês que, se nem tu consegues saber quem és, quem irá saber mais? A resposta paira no ar, bem infinita.

Silence, I kill you

“O que fica por dizer, é muito pior do que tudo o que se disse.”

Hoje, sinto-me assim:

Away, mas algo me puxa de volta. Vou resistir.

domingo, 7 de junho de 2009

Treasure, it's the part you can hide outside.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

M grande

Mulher é o feminino do seu masculino, enfeitado com pequenas flores; às cores. Um cor-de-rosa choque e forte, que não precisa de detergentes especiais; não deixa desvanecer a cor, nem mesmo o sabor autêntico do rasto de perfume que larga ao cirandar pela vida cinzenta. É um vento com brisa saudável, truque de amor na manga; sempre com resposta na ponta da língua, pronta a disparar flechas de bondade, para que aos mais insipidos, o mar banhe. Mulher é a feliz contemplada em possuir o seu próprio ninho, retribuindo amor que passa em cordões sem nós, não vendo o desvaneio que deixa na escadaria que desce, impune. Empenha os seus diamantes, pela pérola de ostra; tempo dá ao rebento de soja que nasce do seu belo canteiro. Mulher, vende os sentidos, tão necessitados. Ela. Escolhe um só, para poder sentir apenas a natureza imitadora, que lhe segue os passos limpos. Mulher, define os bíceps do seu homem, que não sabe ver com os seus verdadeiros olhos. Vê o que o mundo destabiliza; embaraça com lacinhos, todos os olhos enxaguados. M de Mulher. M de Mãe. M de Magnifantástica. Mulher, quase Mundo.

(para a minha mãe, aMo-te com M grande; e vai tudo correr bem).

quinta-feira, 28 de maio de 2009

muito tempo

Perfeito. É tudo perfeito, ao pé de ti é. Eu gosto da maneira como gostas de mim, eu gosto de gostar de ti. Amor é pouco; paixão também. Isto é muito mais; nada a ver com tais coisas tão pequenas, tão insignificantes no que toca a isto. Isto é bonito; é lua cheia em todas as noites, sem rios que escorrem pelas bochechas e sem almofadas humidificadas em falta de carinho. Nestes dias, ninguém nos lembra tal coisa; ninguém se lembra desse sentir, ou desses caminhos com lagos pelas entrelinhas, enquanto passeamos toda a felicidade pelo mundo tão grande. Isto, é só parte da história que me leva à memória última; porque o passado é o que nós somos, e quiçá, o que viremos a ser. E eu sou todas essas palavras nuas, eu sou todos esses dias acolhedores, em que me chegas sem eu pedir; sem rancores. Tu construíste uma metade, que deixou cair a outra por vontade própria; e assim, eu não fico inteira sem ti, eu preciso do meu resto, do meu pretexto. Da minha parte és o que eu preciso, por tempo indefinido, sem ponteiros nem mecanismo; nada conta, nada interessa: eu só quero a alma algemada, sem chaveiros ou pressa. Eu quero o teu dia todo no meu olfacto, gosto, tacto, visão e audição. Eu quero sentir o que tu sentes, o que não sentes e até o que não sabes que entendes. Isto é tudo o que eu desejo, é por mero acaso perfeito; é brilho inflamante no meu acordar. Isto. Isto, é o meu infinito mais definido. Eu amo-te, muito mais do que te amo.

'and how can I, stand here with you, and not be moved by you? would you tell me, how could it be any better than this?'

terça-feira, 26 de maio de 2009

change

Substituir (definição):
v t substituir, pôr no lugar de algo ou de alguém.

Sabes qual é a sensação, a mais pura situação em que te sentes a nascer sozinho, num espaço de tempo inferior ao caminho que percorres árduamente, sem qualquer sonho ou escada imaginária; sem um corrimão firme onde te apoiar, apenas com oleosos ombros que escorregam da tua mão, e sem tu dares por isso, estás num limitado infinito de cavernas abadonadas ou de cadeiras roubadas quando queres descansar. De repente, tão rapidamente, o amor é aspirado, fica em pó não colorido, à espera de canetas que pintem dentro das linhas; linhas firmes e poderosas, que sentam e esperam que alguém feche esse círculo, gerado pelo coração, em que o contorno é imprescindível, tão inacessível. Alguém chega e monta a tenda, no teu terreno montanhoso, tão íngreme, tão desleixadamente mal moldado; mas pela aparência que envia, o habitante do novo jardim, procura um chão devidamente amassado; e agora à montanha, o chão foi apenas roubado. Ladrões esses, que roubam almas tão fantasmagóricamente, sem qualquer declaração ou certificado de permissão; 'agora aprende a viver com a minha ausência'-retorquem os bandidos, de arma em punho. E, ali eu vejo: um pé na outra montanha, que tão bela parece, de tão firme que estremece e grita: 'sou prisão!'. Afastem-se os terrenos baldios, que não sabem fazer crescer leguminosas no seu leito; um passo atrás nunca irá ser mal dado, aparentemente bem apertado, cosido com bainha dupla, a um espaço blindado; espaço esse onde, por toda a certeza, ninguém se dignará a entrar, e por via disso, a cortar alicerces do meu andar. É assim, a vida curta e muda, a quem iluda o próximo, o lugar do pódio tem na mão; quem ganha mais tipicamente, é quem corta transversalmente, uma artéria de uma décima da geração. Para o fim deste meu dizer, escrevo rapidamente, tal e qual aqueles, que se profanam enlaçados com convicção e perdura, mas que, o que têm para dar, é um bom sol de fria amargura. Não consigo mais descrever tal sentir, fico por aqui; já ninguém rouba a minha vida, vou fazer um seguro novo, e os outros dizeres, destruir.

domingo, 24 de maio de 2009

el desafio


(antes de mais, obrigado à Margarida :)
(
http://simsim-naonao.blogspot.com/) por me ter passado este challenge!

O Desafio

regras
1. Publicar a imagem do selo e linkar o blog que o passou;
2.Escolher 5 situações na tua vida que mereciam ser repetidas em câmara-lenta;
3.Passar o desafio e o selo a 12 blogues e avisá-los.

Situações de mi vida:

1-Velhos tempos de infância; 2-O primeiro sorriso; 3-A primeira vez que vi o pôr-do-sol; 4-Todos os 26's e por fim, mas não menos importante, 5-Todos os momentos a ouvir musica como banda sonora :)

Blogues:

1-Daniel (http://mineunspokenwords.blogspot.com/)

3-Ruben(http://dehincognito.blogspot.com/)

4-Margarida (http://simsim-naonao.blogspot.com/)

(peço desculpa, mas só vou quebrar esta regrinha do desafio, apesar de todos os outros blogues que sigo serem mais que dignos desta 'prendinha' :)

**

devias agradecer-me

acontece.

'É melhor olhar para o céu do que lá viver'

sábado, 23 de maio de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

estraguinado

e aqui estamos, mais uma sexta-feira à porta, mais um fim-de-semana sem o que eu tinha antes. quase três semanas sem o que, de bom, me tinhas sempre para dar. mas agora cresceste, e safas-te bem sem mim e sem o meu estúpido cérebro, que pensa ser suficientemente bom para poder ainda esperar que mudes. frio e irritante, é o sentimento que me deixas; é o que não me apetece ver, at these days. insípido e sem nada que nos ligue, é o laço que se desata agora; ou talvez já esteja solto há muito mais tempo do que pensamos. talvez deva esperar por alguém que venha e enlace de novo o meu coração, como tu enlaçaste há anos, há uma vida; e aí, eu não vou sentir mais isto. este novo desprezo rude, que dá voltas ao diafragma, e deixa qualquer um sem fome de amor. pedir é relativo, eu já pedi, e ninguém ouviu os meus gritos no escuro; ninguém encheu o meu digno vazio com quantidade suficiente. um dia. talvez um dia, que paira agora na multidão de gotas entre a chuva ácida, tu dês a alguém o que eu te dei e retornei a dar ao teu tu. é só mais um dia, e eu na verdade não estou sozinha sem ti: eu estou bem e vou ficar bem. quanta distância percorremos, e agora não corro mais por ti. the end is not near, it IS here.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

good times


No meio de qualquer dificuldade há sempre uma oportunidade. E mesmo que essa dita cuja nos seja tirada, as memórias boas ficam. Porque essas, ninguém mas pode tirar.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

truth

Vocês não me ensinaram a ser honesta, nem a fazer o que está bem. Não me censuram por fazer o errado, nem tão pouco me dizem onde tenho de chegar ou como. Vocês ensinaram-me a ir às compras e a rir sem parar. Ajudaram-me a escolher entre pantufas ou sandálias, e ainda entre idiotas e estúpidos. Vocês dão-me a vossa comida, e riscam-me os cadernos. Destroem-me tudo, e não re-constroem. A mim, vocês ensinaram-me a ser perfeita todos os dias e a ir ao alegro. Para problemas, não dizem que errei. Nem mesmo com discussões. Nós preferimos reuniões, ou riso às prestações. Eu prefiro destruir-vos a casa ou mandar alguém ao lago, e saber que se matasse, vocês ajudavam a esconder o corpo. Mas tudo, com vocês. E eu simplesmente, amo isso, sem pontos finais

sábado, 2 de maio de 2009

let me be your rising sun

Eu encontro: luar no pôr do sol; quente no frio e brilho no escuro. Eu descubro o que ninguém me dá; eu não procuro. Pode ser loucura, pode ser até calor, mas a verdade é que é tudo verdadeiro; sensível ao toque. E eu não me consigo conter; ficar quieta sem esperar por mais. Sim, o maior defeito de cada um de nós, é a ambição de novas alegrias, novos mapas, novos tudos e novos nadas, também. Mas é inevitável e tão imparável; obstáculos não me correm nas veias, e muito menos me pulsam no coração. Até mesmo nos dias de chuva; até mesmo num tornado, ou quando o pensamento se prontifica tão enrolado; eu não desisto. E é isso: é isso que me faz encontrar o que não espero; mas que sei tão bem como saber que no inverno existe sol, até mesmo quando as nuvens insistem. É por isso que eu aguardo; e quando chegar, já desapareceu.