quinta-feira, 27 de agosto de 2009
bom dia!
'às vezes há necessidade de fazer uma bagunçada!'
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
gosti
eu amo-te.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
eight days and a half
‘All my bags are packed, I'm ready to go
I'm standin' here outside your door
I hate to wake you up to say goodbye
But the dawn is breakin', it's early morn
The taxi's waitin', he's blowin' his horn
Already I'm so lonesome I could die
So kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
I don't know when I'll be back again
Oh, babe, I hate to go.’
está quase a chegar, enquanto isso, olho de soslaio para a minha enormérrima mala, à espera de ser aconchegada. não quero. lá terá de ser, é só mais esta.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
departure
ainda não fui, e as saudades já cá estão. o teu sabor já está escasso, mas nunca desaparecido sem rasto, esse vai ficar até voltarmos a onde pertencemos. três semanas sem os beijos, os abraços. sem os beijos. sem o hálito quente da manhã e sem ti. os abraços de mar, e de todo o lado. os abraços. há muito tempo que não sei verdadeiramente o que é uma refeição sem estares na minha mesa, ou na tua. há muito que não passo um dia sem a tua ofegante respiração na minha face, ou sem a tua mão na minha. e agora vou ter de o fazer, quando não sei. nenhuma, é a curiosidade de o aprender, já que nada me leva o pensamento. nada me lava a mente, tão acorrentada a onde vivo: contigo, e com beijinhos de chocolate. com ice tea do pingo doce, e carinho com açúcar. vou sentir a tua falta, eu sei que sim. e também sei que tu vais sentir a minha. somos diferentes, de todo o mundo. não quero (jamais), que esteja algo de diferente quando aqui voltarmos. não deixo aqui mais quase nada, apenas uma mãe que grita e um pequeno que não pára quieto. quem me dera poder levar-te comigo na mala, e mostrar-te comigo a todos. mas por enquanto, ainda não se faz isso. ainda não. está na hora de arrumar tudo, já que despedidas são amanhã, apenas. tenho medo, confesso. mas tu és a minha pessoa, e eu, não me desiludiria vez alguma. só quero que chegue a meio de agosto, e que a minha sombra se duplique. e aí, o ar fresco vai chegar. como eu amo lufadas de ar fresco."You know I love you. I feel I've loved you forever. Be safe. Know that you are my one and only. I'll miss you with every beat of my heart. Our life together is the only home I've ever had. I wouldn't trade it for anything. I love you. I always will." in sara sidle's goodbye letter
domingo, 19 de julho de 2009
quero ter duas propriedades
E penso, quando me esqueço do mal: 'serei eu estúpida ao ponto de perdoar tanto, e ser demasiado feliz?'. Nada disso, eu sei. Do que eu precisava, era daquelas velhinhas que cheiram a ameixas e fruta fresca, que nunca iam parar de viver para se indagar sobre uma coisa mundana, tal como eu. Caraças, eu só quero que alguém me diga: 'É disso que a gente precisa!'. Era muito mais fácil. Saber descomplicar e ser feliz, é muito mais divino que perdoar. Agora penso: 'Porra, como gostava eu de saber chegar às estrelas!'.
'Maria Elena used to say that only unfulfilled love can be romantic.'
quinta-feira, 16 de julho de 2009
old new
domingo, 12 de julho de 2009
brand new
mudar de penteado conta?
'não há nada como voltar a um lugar que permanece imutável para descobrir de que forma nós próprios mudámos'
terça-feira, 7 de julho de 2009
primeiro estranha-se, depois entranha-se
Ando assim, só (te) vejo.
domingo, 5 de julho de 2009
new stage
“cresça, independente do que aconteça, eu não quero que você esqueça, que eu gosto muito de você”
domingo, 28 de junho de 2009
26x7
So there you have it, theres a lot of little reasons why the big things in our lives happen, if I had known then where all those little things were leading me and how grateful I'd be to get there. Well, I probably would have done something like this... because somehow I ended up at the right place at the right time. And as a result, my life would never be the same. I just love. You.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
can we go back?
E se eu perguntasse se estás igual, o que me dizias? Se eu olhasse bem à tua volta, como olho todos os dias, e te dissesste que não está tudo bem? Talvez me respondesses pela quinquagésima vez, que não vais deixar nada. Mas, será que a pergunta se desenhou para essa resposta? Jamais. Quando resolveres andar para trás, posso eu estar mais à frente no trilho. Volta agora, ou rasga o bilhete de retorno ao meu lugar secreto. Ao nosso. É nestas alturas, que eu decido não usar relógio; o tempo atraiçoa, o tempo; esse, pode mudar tudo. Can we go back? Não respondo a perguntas dificeis, a resposta não me vai lisonjear.
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
teste1#
quinta-feira, 18 de junho de 2009
foto-me
domingo, 14 de junho de 2009
primeiro capítulo
- Ohh, o que é isso que usas no pulso, transparente?
- É uma alsa, de uma amiga. - responde-lhe ela.
- Então mas porque é que usas aí uma alsa? Que coisa tonta! - perguntou ela inocentemente, com um risinho no canto do lábio.
- É como se fosse uma pulseira bonita. Uma pulseira da amizade, percebes?
- Pulseira da Amizade? Que giro!
- É, não achas? - balbuciou a rapariga, desta vez com um vazio no estômago, de sair dali; de sair do ambiente sujo outra vez.
- Siiiim - disse alegremente a menina, mostrando o seu interminável interesse - e o resto das pulseiras? São TODAS pulseiras da amizade?! - perguntou, parecendo extremamente surpresa.
- Sim são, de amizade e mais. - devolveu ela, com um ar de quem não queria saber do assunto.
- Ohhh, tão querido que isso é! Sabes, eu também queria ter assim tantas pulseiras da amizade, nem tenho uma! - lamentou-se a rapariguinha de idade pouca.
- Pois, vais ter - confortou-a - vais ter, um dia; sem pressa.
E a esta altura toda a fome e sede de sair dali, pareciam ter-se multiplicado pelo número de pulseiras que abraçavam os seus pulsos inocentes, que nada tinham para dizer. Porque por ali, já nada se conta; alguém mudou de casa, e não vendeu a antiga. Já para não contar a velha história da pulseira que se quebra."
'o copo parece não ter fundo. e o que queremos, é sempre: mais.'
sábado, 13 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
d
after all this time I never thought we'd be here, never thought we'd be here
when my love for you was blind, but I couldn't make you see it, couldn't make you see it
that I love you more than you'll ever know.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
without a trace
Quando desaparecer
hei-de pedir à noite que me consuma com ela
que me devaste a alma
não quero mais
quero desaparecer na noite
e só de noite consumir-me.
António Gancho
É infinito o poder com que a vida pode desvanecer e descolorar. Até a tua identidade, presa por um fio, na tarde de sol em que não encontras rasto algum da vítima que antes habitava o teu ser. Procuras em jardins, em cidades e em àrvores. Procuras espelhos, que distorcem e alteram, a mais pura realidade; e até procuras aqueles que te dizem verdade singela e não esfumaçam sempre que esvoaças para o seu reino de reflexos. Nenhum dos acima ditos, te sabe contar a tua fábula; nem mesmo sabem falar-te do que comeste na última ceia em que te dizias a transbordar de conhecimento, até de amor. Sentes um vazio que se entorna de incerteza, ou de dúvida certa. Tu não és mais quem eras antes, nem mesmo a sombra te segue do mesmo lado onde se costumava contorcer; seguindo tudo o que ordenavas. Agora, sabes o que é, ser rainha e não ter ceptro ou coroa; ser pastor e nada ter para condenar à vida, o teu vasto e lindo pasto. Não consegues sequer lembrar-te do último livro que passeou contigo de mãos dadas, tentando partilhar o ar que respiras. Vagamente te lembras, da planície que possui as tuas raízes; alguém descolou a tua mente do teu coração, e não encontrou maneira de a erguer de novo, peça-a-peça. O teu cinto de segurança foi desatado por si próprio, e ficas assim, em risco de ser atropelada, pela Terra, que se move como bola de neve, em piloto-automático e livre. Sabes mesmo o que é, teres de te olhar ao espelho apenas pela aparência, e mesmo assim, nada se desenha a giz, nem mesmo a vapor de respiração. É como se desaparecesses do mapa, ou do gps. Os teus trilhos e atalhos, foram tapados com terra bruta, que se espalha até chegar a ti. E aí, tu vês que, se nem tu consegues saber quem és, quem irá saber mais? A resposta paira no ar, bem infinita.
Silence, I kill you
“O que fica por dizer, é muito pior do que tudo o que se disse.”
Hoje, sinto-me assim:
Away, mas algo me puxa de volta. Vou resistir.
domingo, 7 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
M grande
Mulher é o feminino do seu masculino, enfeitado com pequenas flores; às cores. Um cor-de-rosa choque e forte, que não precisa de detergentes especiais; não deixa desvanecer a cor, nem mesmo o sabor autêntico do rasto de perfume que larga ao cirandar pela vida cinzenta. É um vento com brisa saudável, truque de amor na manga; sempre com resposta na ponta da língua, pronta a disparar flechas de bondade, para que aos mais insipidos, o mar banhe. Mulher é a feliz contemplada em possuir o seu próprio ninho, retribuindo amor que passa em cordões sem nós, não vendo o desvaneio que deixa na escadaria que desce, impune. Empenha os seus diamantes, pela pérola de ostra; tempo dá ao rebento de soja que nasce do seu belo canteiro. Mulher, vende os sentidos, tão necessitados. Ela. Escolhe um só, para poder sentir apenas a natureza imitadora, que lhe segue os passos limpos. Mulher, define os bíceps do seu homem, que não sabe ver com os seus verdadeiros olhos. Vê o que o mundo destabiliza; embaraça com lacinhos, todos os olhos enxaguados. M de Mulher. M de Mãe. M de Magnifantástica. Mulher, quase Mundo.
