segunda-feira, 31 de agosto de 2009

butterfly do NOT fly away

“O homem certo é aquele que quiser estar mesmo ao teu lado, incondicionalmente. O que gostar de ti sempre, que te acompanhe para o que der e vier. Não é o que olha todos os dias para ti e te diz que és linda e que és o amor da vida dele, mas alguém que olha por ti todos os dias.”

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

bom dia!

And you probably don't want to hear tomorrow's another day. Well I promise you you'll see the sun again. And you're asking me why pain's the only way to happiness, and I promise you you'll see the sun again.

'às vezes há necessidade de fazer uma bagunçada!'

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Did you say it? I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life. Did you say it? Make a plan. Set a goal. Work toward it. But every now and then, look around. Drink it in. 'Cause this is it. It may all be gone tomorrow.

domingo, 16 de agosto de 2009

post automático

i know that goodbye, means nothing at all

love you

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

gosti

e ao ler todos os textos, comer pastilhas de pêssego, provar-te depois de duas semanas. ao lembrar-me de ser natal, e eu não parar de ouvir o take me away, porque all i want is you. de estar na tua rua em novembro, ao teu colo. de me sentir preparada para ir contigo; para me puxares pela mão e me levares. de estar contigo à noite, do teu casaco preto e de me beijares ao frio. mal eu sabia que eras tu o meu lugar, onde eu me ia encontrar. hoje senti tudo outra vez, parece que estou no inverno. tenho frio, porque não estás aqui para me abraçar. porque não vens e me trazes pastilhas e beijinhos, porque não estás aqui para me dar o teu casaco e andar a chuva comigo. não quero que seja inverno outra vez. mas se me pedisses para repetir todos os bons momentos, eu repetia tudo. os maus, eu deitava para o lixo, porque eu não quero mais fazê-los, nem nunca tive intenção disso. só queria que me viesses aquecer, e que me deitasses na tua cama e ficasses ali comigo, como ficávamos antes. só queria que... bah, tanta coisa que eu queria repetir. tanta coisa que descobri contigo. só contigo é que repetia tudo. não me deixes ficar aqui, sozinha.. dá-me uma pastilha, e deixa-me dar-te um beijo. e voltar a sentir-te. aqui.

eu amo-te.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

eight days and a half

mala-de-viagem-32-193-thumb-570 

‘All my bags are packed, I'm ready to go
I'm standin' here outside your door
I hate to wake you up to say goodbye
But the dawn is breakin', it's early morn
The taxi's waitin', he's blowin' his horn
Already I'm so lonesome I could die
So kiss me and smile for me
Tell me that you'll wait for me
Hold me like you'll never let me go
'Cause I'm leaving on a jet plane
I don't know when I'll be back again
Oh, babe, I hate to go.’

está quase a chegar, enquanto isso, olho de soslaio para a minha enormérrima mala, à espera de ser aconchegada. não quero. lá terá de ser, é só mais esta.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

agora

"Os cães ladram, e a caravana passa."

sábado, 25 de julho de 2009

departure

ainda não fui, e as saudades já cá estão. o teu sabor já está escasso, mas nunca desaparecido sem rasto, esse vai ficar até voltarmos a onde pertencemos. três semanas sem os beijos, os abraços. sem os beijos. sem o hálito quente da manhã e sem ti. os abraços de mar, e de todo o lado. os abraços. há muito tempo que não sei verdadeiramente o que é uma refeição sem estares na minha mesa, ou na tua. há muito que não passo um dia sem a tua ofegante respiração na minha face, ou sem a tua mão na minha. e agora vou ter de o fazer, quando não sei. nenhuma, é a curiosidade de o aprender, já que nada me leva o pensamento. nada me lava a mente, tão acorrentada a onde vivo: contigo, e com beijinhos de chocolate. com ice tea do pingo doce, e carinho com açúcar. vou sentir a tua falta, eu sei que sim. e também sei que tu vais sentir a minha. somos diferentes, de todo o mundo. não quero (jamais), que esteja algo de diferente quando aqui voltarmos. não deixo aqui mais quase nada, apenas uma mãe que grita e um pequeno que não pára quieto. quem me dera poder levar-te comigo na mala, e mostrar-te comigo a todos. mas por enquanto, ainda não se faz isso. ainda não. está na hora de arrumar tudo, já que despedidas são amanhã, apenas. tenho medo, confesso. mas tu és a minha pessoa, e eu, não me desiludiria vez alguma. só quero que chegue a meio de agosto, e que a minha sombra se duplique. e aí, o ar fresco vai chegar. como eu amo lufadas de ar fresco.

"You know I love you. I feel I've loved you forever. Be safe. Know that you are my one and only. I'll miss you with every beat of my heart. Our life together is the only home I've ever had. I wouldn't trade it for anything. I love you. I always will." in sara sidle's goodbye letter

domingo, 19 de julho de 2009

quero ter duas propriedades

Repenso e penso em monólogo, nos diálogos trocados entre dias, e sei que me estraga. Prometo com continência que jamais voltará a ser como tal. Em breve descubro que me enganei, e da próxima vez, vai voltar a irrigar-se assim. É a capacidade de perdoar, é o bem que invade a casa, quando de tudo me esqueço e esvazio. Um alívio preenche o meu sorriso, e tudo chega bem como antes. Penso com o coração, mais que com a cabeça, e nunca me senti mais certa. A verdade nua, sobe a rua, senhora de si, e aí deixo-me levar. Permito que o mal se entorne na mesa, e aceito o ombro do amor para me consolar, e talvez para me levar de volta. Tenho consciência deste dom, o da desculpa ao próximo. Não tanto isso, mais esquecer e oferecer ao vento, para ele levar. Errar é humano, perdoar é divino. Poderei eu dar-me ao infinito luxo de me chamar divina? Dia algum, chiça. Gosto tanto de saber esquecer o que é pequeno, e continuar a ser feliz, escrevendo de novo: em letras bem grandes, para que todos vejam o que importa. Mas assusta-me, saber que me esqueço do que é mais pequeno, e não sei tomar conta do mais simples. O que é pequeno, está sempre ao alcançe, ou não seria dito por ruas com experência. É por isso que desejamos ou que desejo. Porque só o que é grande, e o que está fora da nossa mão, merece ter preces de todas as cores, ou moedas em lagos. Até esperança em estrelas cadentes, quão grandiosas são: ninguém lá chega, é preciso mais alguém. Perdoar é saber chegar ao céu sem o desejar; e saber agarrar. É isso, porque é tão grande quanto o resto. Ainda que se mascare de pequeno gesto, tão quotidiano e rápido. É uma injecção de efeito veloz, porque se entranha de imediato.
E penso, quando me esqueço do mal: 'serei eu estúpida ao ponto de perdoar tanto, e ser demasiado feliz?'. Nada disso, eu sei. Do que eu precisava, era daquelas velhinhas que cheiram a ameixas e fruta fresca, que nunca iam parar de viver para se indagar sobre uma coisa mundana, tal como eu. Caraças, eu só quero que alguém me diga: 'É disso que a gente precisa!'. Era muito mais fácil. Saber descomplicar e ser feliz, é muito mais divino que perdoar. Agora penso: 'Porra, como gostava eu de saber chegar às estrelas!'.

'Maria Elena used to say that only unfulfilled love can be romantic.'

quinta-feira, 16 de julho de 2009

old new

People spend so much time every single day, running around all over town, giving their forever away.

But no not me, I won't let my forever roam.

And now I hope I can find my forever a home, so give me your forever, please, your forever.

Not a day less will do, from you.

domingo, 12 de julho de 2009

brand new

já dizia na campa do scofield: 'be the change you want to see in the world.'
mudar de penteado conta?

'não há nada como voltar a um lugar que permanece imutável para descobrir de que forma nós próprios mudámos'

terça-feira, 7 de julho de 2009

primeiro estranha-se, depois entranha-se

Necessidade de te ter é viva em mim, acende-se sem lume. Preciso de te dizer, a cada hora que voa, que te amo até planetas, universos ou qualquer gigante coisa. É tudo o que eu quero, pôr-do-sol e o teu afecto; esse dito cujo que me tira as frases do vocabulário e me esmaga por completo, quando me sento ao teu lado. És divinal, e tenho todo o sentimento, encavalitado no coração - por mais espaço não haver para ele morar. Assim, tento doar-te todo ele, com a maior das verdades, espalhar por cidades e transformar. Forte e robusto, é isto; e um dia, quando mais ninguém gritar amor - partilha-o comigo, e isto será ainda mais único. Não trilhes o teu caminho sem a minha sombra; jamais despertes em mim, o sentimento de te perder. Get lost, inside me.

Ando assim, só (te) vejo.

domingo, 5 de julho de 2009

new stage

“cresça, independente do que aconteça, eu não quero que você esqueça, que eu gosto muito de você”

domingo, 28 de junho de 2009

26x7

I've been telling you this story and while there's many things to learn from it, this may be the biggest. The great moments of your life won't necessarily be the things you do, they'll also be the things that happen to you. Now I'm not saying you can't take action to affect the outcome of your life, you have to take action, and you will. But never forget that on any day, you can step out the front door and your whole life can change forever. You see the universe has a plan, and that plan is always in motion. A butterfly flaps its wings and it starts to rain. It's a scary thought but it's also kind of wonderful. All these little parts of the machine constantly working, making sure that you end up exactly where you're supposed to be, exactly when you're supposed to be there. The right place at the right time.
So there you have it, theres a lot of little reasons why the big things in our lives happen, if I had known then where all those little things were leading me and how grateful I'd be to get there. Well, I probably would have done something like this... because somehow I ended up at the right place at the right time. And as a result, my life would never be the same. I just love. You.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

can we go back?

E se eu perguntasse se estás igual, o que me dizias? Se eu olhasse bem à tua volta, como olho todos os dias, e te dissesste que não está tudo bem? Talvez me respondesses pela quinquagésima vez, que não vais deixar nada. Mas, será que a pergunta se desenhou para essa resposta? Jamais. Quando resolveres andar para trás, posso eu estar mais à frente no trilho. Volta agora, ou rasga o bilhete de retorno ao meu lugar secreto. Ao nosso. É nestas alturas, que eu decido não usar relógio; o tempo atraiçoa, o tempo; esse, pode mudar tudo. Can we go back? Não respondo a perguntas dificeis, a resposta não me vai lisonjear.

terça-feira, 23 de junho de 2009

?

"Isto pertence-me, não terás hipótese alguma."

sexta-feira, 19 de junho de 2009

teste1#

Para si, os homens estão entre o desporto e a colecção de cromos.Hedonista, gosta essencialmente de se divertir. Não perde tempo a planear o futuro e só acredita em relações intensas mas fugazes.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

foto-me

Eu costumo dizer que pessoas não se comparam a objectos inanimados, mas pardon, que aqui nós somos iguais. Aparência escura, corpo complicado com traços escondidos e indefinidos, com pouco sinal de esbelta silhueta. Uma grande e impune lente, um olho panorâmico; vê o que quer, e até o que não. Memória interminável, cheia de cor alheia, com toques cinzentos de vida, e ainda sépias de antigas primaveras. Inesgotável, é o seu interior; foco único no que lhe interessa, flash de sol para vista amiga. Forte fita à sua volta, com medo que manuseio exterior lhe magoe o coração; ou o cartão de memória (porque sim, para mim, pessoas também o possuem. alguns apenas o resolvem deixar em casa, desleixo). Recordações laminadas, como fotografias de passe, com molduras à volta, e sonhos animados. Retocável, com mil e um programas em sistemas, mas indefinida. Muito. Agora diz-me que não somos iguais? Eu, não estou apaixonada por um objecto; mas por uma pessoa em forma tal.

domingo, 14 de junho de 2009

primeiro capítulo

"Ela olhava para a janela do carro, com sede de paisagem que não fosse de cidade suja, mas sem sucesso. Jovial e indefesa, a pequena rapariga ao seu lado, retorque em tom fascinado, olhando para os seus pulsos; ambos:
- Ohh, o que é isso que usas no pulso, transparente?
- É uma alsa, de uma amiga. - responde-lhe ela.
- Então mas porque é que usas aí uma alsa? Que coisa tonta! - perguntou ela inocentemente, com um risinho no canto do lábio.
- É como se fosse uma pulseira bonita. Uma pulseira da amizade, percebes?
- Pulseira da Amizade? Que giro!
- É, não achas? - balbuciou a rapariga, desta vez com um vazio no estômago, de sair dali; de sair do ambiente sujo outra vez.
- Siiiim - disse alegremente a menina, mostrando o seu interminável interesse - e o resto das pulseiras? São TODAS pulseiras da amizade?! - perguntou, parecendo extremamente surpresa.
- Sim são, de amizade e mais. - devolveu ela, com um ar de quem não queria saber do assunto.
- Ohhh, tão querido que isso é! Sabes, eu também queria ter assim tantas pulseiras da amizade, nem tenho uma! - lamentou-se a rapariguinha de idade pouca.

- Pois, vais ter - confortou-a - vais ter, um dia; sem pressa.

E a esta altura toda a fome e sede de sair dali, pareciam ter-se multiplicado pelo número de pulseiras que abraçavam os seus pulsos inocentes, que nada tinham para dizer. Porque por ali, já nada se conta; alguém mudou de casa, e não vendeu a antiga. Já para não contar a velha história da pulseira que se quebra."

'o copo parece não ter fundo. e o que queremos, é sempre: mais.'

sábado, 13 de junho de 2009

i'm hot




















é desta, I PROMISE!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

d

a past so deep that even you could not bury if you tried
after all this time I never thought we'd be here, never thought we'd be here
when my love for you was blind, but I couldn't make you see it, couldn't make you see it
that I love you more than you'll ever know.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

without a trace

CIMG0347

Quando desaparecer
hei-de pedir à noite que me consuma com ela
que me devaste a alma
não quero mais
quero desaparecer na noite
e só de noite consumir-me.
António Gancho

É infinito o poder com que a vida pode desvanecer e descolorar. Até a tua identidade, presa por um fio, na tarde de sol em que não encontras rasto algum da vítima que antes habitava o teu ser. Procuras em jardins, em cidades e em àrvores. Procuras espelhos, que distorcem e alteram, a mais pura realidade; e até procuras aqueles que te dizem verdade singela e não esfumaçam sempre que esvoaças para o seu reino de reflexos. Nenhum dos acima ditos, te sabe contar a tua fábula; nem mesmo sabem falar-te do que comeste na última ceia em que te dizias a transbordar de conhecimento, até de amor. Sentes um vazio que se entorna de incerteza, ou de dúvida certa. Tu não és mais quem eras antes, nem mesmo a sombra te segue do mesmo lado onde se costumava contorcer; seguindo tudo o que ordenavas. Agora, sabes o que é, ser rainha e não ter ceptro ou coroa; ser pastor e nada ter para condenar à vida, o teu vasto e lindo pasto. Não consegues sequer lembrar-te do último livro que passeou contigo de mãos dadas, tentando partilhar o ar que respiras. Vagamente te lembras, da planície que possui as tuas raízes; alguém descolou a tua mente do teu coração, e não encontrou maneira de a erguer de novo, peça-a-peça. O teu cinto de segurança foi desatado por si próprio, e ficas assim, em risco de ser atropelada, pela Terra, que se move como bola de neve, em piloto-automático e livre. Sabes mesmo o que é, teres de te olhar ao espelho apenas pela aparência, e mesmo assim, nada se desenha a giz, nem mesmo a vapor de respiração. É como se desaparecesses do mapa, ou do gps. Os teus trilhos e atalhos, foram tapados com terra bruta, que se espalha até chegar a ti. E aí, tu vês que, se nem tu consegues saber quem és, quem irá saber mais? A resposta paira no ar, bem infinita.

Silence, I kill you

“O que fica por dizer, é muito pior do que tudo o que se disse.”

Hoje, sinto-me assim:

Away, mas algo me puxa de volta. Vou resistir.

domingo, 7 de junho de 2009

Treasure, it's the part you can hide outside.