já dizia o Darwin com a sua prestigiada hipótese da selecção natural (isto da biologia até se aproveitou, sem ser no exame), que "não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças". e eu sei, que o que mais me afecta é conseguir reparar nas diferenças do antes e do depois (antes não tivesse nascido com essa habilidade); lembrar-me do tempo em que estavam todos congelados, e eu sabia com o que contar, sem ter de pisar na expectativa. pensando bem, isso não significa realmente viver; isso chama-se passar pela vida. mas quanto a mim é melhor, não sabendo o futuro, ter a certeza de que o que eu preciso está ali, e não vai mudar. eu não preciso de cambalhotas nem de contorcionismos na minha vida, e eu quero que os alicereces da nossa casa nunca se modifiquem. mesmo que a terra mantenha o seu movimento de rotação, ou que as placas oceânicas continuem a renovar as rochas. vá, também pode vir um bocadinho de ansiedade, porque as borboletas na barriga nunca fizeram mal a ninguém: muito pelo contrário.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
deita cá para fora #1
hoje decidi escrever sobre mudança. já não me deixa muito chateada ver o quanto as pessoas mudam com o tempo, e como tudo o que aprenderam com o passar dos dias se deixa fluir nas suas personalidades - afinal, quanto mais tempo, mais vivências e, consequentemente, mais capacidade de pensar de maneiras diferentes - mudar de atitude. a vida é cheia de reviravoltas, and so on.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
they wolves (2)
e aqui fica uma pequena parte do meu domingo em Mafra, com algumas das criaturas mais amorosas do mundo animal (ao contrário do que se pensa).
todas as fotografias têm os direitos reservados ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico.
todas as fotografias têm os direitos reservados ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico.
tough life
ontem foi a primeira vez que fui à praia neste verão. e também a última, até dia 15. vou apanhar um mega bronze nos livros e talvez mergulhar no mar que eles fazem na minha secretária. wish me luck.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
tá tudo bem
everybody makes their mistakes. and when I say everybody, I mean it. I think we all have our flaws, even if we try to hide them.
my preciousssss
não sei porquê, mas acho que já nasci com um defeito qualquer que me desconecta das tecnologias! já é, no mínimo, o décimo quinto telemóvel que tento estimar e que se parte o ecrã! o meu pai costuma lá balbuciar umas coisas sobre eu dar azar a todo o tipo de engenhoca que me pára nas mãos, mas daí a partir SEMPRE o ecrã? eu acho que está na hora de ir fazer uma visita à bruxa.
meanwhile, alguém sabe de pessoas que vendam o ecrã de fora do iPhone? é que não vou desistir, eu vou ficar com UM telemóvel mais de um ano, ai se vou!
começar pelo último passo
não gosto de escrever sobre a raiva, nem sobre os maus sentimentos, mas é isso que me invade a felicidade. tão momentânea quanto um sopro no vento, tão passageira no seu comboio que nem pára para apanhar mais uma desgraçada, como eu. tenho as minhas próprias pancas e as minhas vergonhas, e é por isso que escolho a ira como palavra do dia de hoje. e é um dos meus objectivos que vou cumprir from now on: a aprender com os meus maiores lapsos, whatever it takes. só preciso de um pouco mais de calma, e como alguém sábio me disse há uns dias: ou te conduzes, ou te deixas conduzir. acho que já dá para perceber o que tenho andado a fazer até agora; a errar e a não passar bem a lição no bloco. acho que preciso definitivamente de prestar atenção, e enfrentar o maior medo que tenho na vida: o de estar um pouco sozinha e ter de tomar as minhas decisões. sem mais ninguém.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
they wolves
domingo, 13 de junho de 2010
share
entrei no carro do meu pai, mas ainda estava no teu prédio. não estava a 60 à hora, no meio de uma estrada qualquer, mas sim no teu abraço. e a minha cabeça viajava a uma velocidade estonteante, em uníssono com o meu coração, como há muito não acontecia. ambos sabíamos que a nossa ira era muita, mas não foi a suficiente para nos deixarmos. nunca é. e eu larguei-te a correr, para não deixar ninguém olhar. dei por mim a meio do caminho para casa, a sorrir-me, e senti-me leve. lembrei-me do que senti, e pensei, como se comigo falasse, que cada vez que nos voltamos a entrelaçar depois de algum tempo longe, eu vivo tudo, como se fosse o inicio. talvez por me desabituar da tua forma e das tuas feições quando estamos longe; quando a raiva toma conta de mim. é como se fosse mais uma moeda para andar no teu carrossel, que nunca me deixa de surpreender. quando cheguei, a última frase que me passou pela mente foi: nunca ninguém vai conseguir deixar-me tão... assim, sem ser ele.
sábado, 12 de junho de 2010
" ‘Cause you know what? She’s not the problem, WE ARE THE PROBLEM! I wouldn’t have to ask that she-devil for help if it hadn’t been so awkward between us. And I have been trying so hard, so unbelievably hard to be polite, and perfect, and to prove that we have something in common. But you know what? I am done trying, I’m done. This is me Liam, I don’t give a crap about how to build a boat, and I don’t do French fry fights, and I hate nature! I hate it! If you think I’m ever, ever going on another hike again, you are out of your freaking mind! And if you don’t like me for who I am, then that’s just too damn bad!"
sexta-feira, 11 de junho de 2010
about sins

The thing about addiction is, it never ends well. Because eventually, whatever it is that was getting us high, stops feeling good, and starts to hurt. Still, they say you don't kick the habit until you hit rock bottom. But how do you know when you are there? Because no matter how badly a thing is hurting us, sometimes, letting it go hurts even worse.
uma questão de alternativas

Preferias que cantasse noutro tom? Que te pintasse o mundo de outra cor? Que te pusesse aos pés um mundo bom? Querias que roubasse ao sete estrelo, a luz que te iluminasse o olhar? Embalar-te nas ondas com desvelo, levar-te até à lua para dançar? Que a lua está longe e mesmo assim dançar podemos sempre, se quiseres, ou então, se preferires, fica aí, que ninguém há-de saber o que disseres. Talvez até pudesse dar-te mais que tudo o que tu possas desejar. Mas não te debruces tanto, que ainda cais; não sei se me estás a acompanhar.
Podia, se quisesses, explicar-te, sem pressa, tranquila, devagar. E pondo, claro está, modéstia à parte, uma ou duas coisas, se calhar.
domingo, 16 de maio de 2010
week update
sábado, 8 de maio de 2010
post-it

Hoje, enquanto trauteava entre sofás e chaise longues, tive uma súbita vontade de crescer mais contigo (e também de renovar o meu quarto, claro). Veio-me a sede de obrigações e de responsabilidades: só quando nos comprometemos com alguém, ou com alguma coisa, é que podemos realmente dizer que a parte de dentro cresceu- não apenas em tamanho. É a partir do instante em que mergulhamos de cabeça, que experimentamos a necessidade de nos encarregarmos do mais intenso pormenor. É no momento em que podemos beber café e juntar as escovas de dentes ou dançar na rua; em que ousamos dizer não ao passado e em que nos tornamos mais vulneráveis ao futuro; na noite em que decidimos dormir no chão porque alguém o faz connosco; na manhã em que escolhemos a cor dos cortinados, ou na tarde em que preferimos nem os usar; é no dia em que não conseguimos conter a felicidade, por mal podermos esperar para começar a viver a dois - esse, é o dia em que a minha vida começa.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
worth the effort
terça-feira, 4 de maio de 2010
bem me apetecia...





I guess it's not going to happen, porque o monte de exercícios de matemática continua a olhar para mim com um ar extremamente sexy - só por isso.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
bem me apetecia...
problem solved
sábado, 17 de abril de 2010
cry
Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
(...)
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras o seu cruel sentido
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu.
(...)
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura.
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
(...)
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras o seu cruel sentido
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu.
(...)
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura.
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