terça-feira, 31 de agosto de 2010

colónias

só quero que a nostalgia dos dias solarengos fique e que não nos deixe soltar as emoções que vivem dentro de nós - do coração à barriga. porque à solta nada seria tão genuíno, apesar de difícil. mas não é isso que torna as coisas ainda mais especiais?

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

espera lá

acho que fui vítima de fraude cibernáutica.

to believe

e eu adoro amores improváveis - e como me fazem acreditar no impossível.

astrólogos

um dia disseste-me que a nossa espontaneidade não precisava de horóscopos que nos adivinhassem os dias de amor. mas em alturas de tempestades, eu já acredito em qualquer coisa que me avise o teu próximo passo - sempre diferente, agora.

domingo, 29 de agosto de 2010

foto-momento #1

a moment of peace that i want to save.

sábado, 28 de agosto de 2010

não é que venham aqui um milhão de pessoas ver, mas..

... mesmo que só para as cinquenta e quatro que cá passam, ajudem a Maria.

discovery

quando a zon substituiu o people and arts pelo discovery travel and living comecei a ver isto, e gostei. pus-me a achar tudo muito bonito e a cobiçar a vida deles, no que toca à casa, às maneiras de ser, aos filhos, às ideias que tinham em família e afins. e adorava. até saber que o jon traíu a kate. e dei tanto em maluca, sem saber como era possível aquele taberneiro chinês trocar uma vida assim, que fiquei quase um dia colada ao computador à procura de notícias. e ainda gosto de ver, mas digo desde já que perdeu o encanto todo. e já só gosto da kate.

little things

(foto by: me)

nada melhor

que chegar a casa com os pés cansados, barrá-los de creme hidratante bem cheiroso e embrulhá-los em película aderente - e não é que funciona? em meia hora estão como novos.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

letters to juliet

"'What' and ‘if’ are two words as nonthreatening as words come. But put them together side-by-side and they
have the power to haunt you for the rest of your life: ‘What if?'... I don't know how your story ended. But I  know that if what you felt then was love - true love - then it's never too late. If it was true then it why wouldn't it be true now? You need only the courage to follow your heart... I don't know what a love like that feels like... a love to leave loved ones for, a love to cross oceans for... but I'd like to believe if I ever felt it. I'd have the courage to seize it. I hope you had the courage to seize it, Claire. And if you didn't, I hope one day that you will."


um filme maravilhoso.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

jardim botânico

(clicar para ver mais perto)
uma quinta-feira com borboletas.

our sexyness thanks you!

e amanhã íamos aos hamptons em vez de irmos ao cinema, íamos ter com o tyler e íamos dizer na tua cara! à b. porque também tínhamos ido aos EUA. mas não. amanhã vamos ao cinema, e vamos rir ainda mais que em qualquer parte do mundo.

contagem decrescente


estamos no pôr-do-sol ou na "ressaca" das férias. já quase começa setembro, que traz o começo de muitas coisas. é pouca a vontade de começar a trabalhar, e ainda menor é a curiosidade de abrir os livros pousados na secretária. o outono vem a caminho, assim como malhas leves e as túnicas de manga comprida, só para cortar o vento fraco que se inicia nos primeiros sopros. as lojas enchem-se de lãs e botins e deixam de haver tantas pessoas à porta das gelatarias. as praias podem finalmente descansar das pessoas e o calor já começa a amainar, apesar de ser um dos útimos a partir da cidade. é tempo de encher as papelarias com o espírito do regresso às aulas e de reencontrar alguém. as aulas espreitam pela janela do quarto e à medida que o tempo passa, toda a gente se apercebe como o verão é pequeno. mas tenho de admitir que sempre tive um fraquinho pelo inverno, pelo seu chocolate quente no sofá, pelo ressuscitar das lareiras e pelos pensamentos de que é maravilhoso estar na cama, enquanto lá fora está um frio de morrer.

estou quase lá

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

anything but them

e eu juro que quando crescer, e quando for a minha vez de educar um filho, vou fazer tudo diferente dos meus pais. ai se vou.

simple

leituras

divinal.

Mallorca

Sa Calobra

um selo

mais um selo, e desta vez obrigada à Danii, que mo ofereceu.

regras:
1- O que sentes ao tirar uma fotografia? sinto-me bem, sinto que tomo conta do mundo porque só eu sei ver as minhas fotografias da maneira que vejo, e só eu capto imagens únicas através da lente, mais ninguém. sou só eu e a máquina.
2- O que é para ti a fotografia? é uma maneira de viver, ou até um modo de vida. é um escape do mundo, mas sem sair dele.
3- Comentar o blog da criadora. já está!
4- Oferecer ao(s) blog(s) que achas que poderia(m) ser um bom modelo fotográfico. a todos os que se têm tornado meus leitores, e a todos que por aqui passam, mesmo que não os veja.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

sismologia


e disseste-me entre brigas e inseguranças que não querias ser como os outros, e que me compreendias de coração, porque tu também tinhas medo dos sismos que matam o amor. e ficaste comigo na cama, eu, enrolada na manta polar, tu encostado à cabeceira da cama com os braços ao meu redor. e pensei que estava tudo bem, agora que me tinhas afastado os desgostos. só que afinal, esqueceste-te de me dizer que os terramotos nunca chegam a desaparecer completamente. só dormem, por baixo dos nossos lençóis. até que alguém os acorde.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

cresce

lembras-te quando eramos pequeninas e quando o mundo parecia tão dificil? os adultos insistiam em enganar-nos e tentavam convencer-nos de que não tinhamos problemas. mas nunca fomos na conversa deles e ficámos sempre de perna atrás. como é que o mundo podia ser tão mais difícil do que escolher entre uma barbie ou uma polly? impossível. ninguém se lembra de inventar um planeta em que há coisas mais difíceis do que aprender a andar de patins-em-linha ou do que aprender como se fazem bolos com a avó. nenhuma de nós imaginava que havia mais qualquer coisa do que as discussões pela disputa do gameboy, ou pelo lugar no pódio para escolher a brincadeira do dia. e eu gostava mais disso, apesar de não ser tão crescida como queria. gostava de pensar que os adultos eram um mundo à parte e que nunca me ia tornar num deles, de asquerosos que eram com as suas preocupações e teorias. estúpidos. e de repente, olho-me ao espelho, e olho para ti - para nós - e consigo ver que nos tornámos no que sempre repudiámos. eu mais arisca, e consequentemente com mais situações para me desenvencilhar, e tu mais serena, com uma trança feita para o lado, com calma na vida e sem muitos solavancos, mas com os teus problemas, como toda a gente. sempre fomos muito diferentes, e agora percebo que tinha de aprender contigo, que é preciso dar asas ao momento, e não tirar conclusões precipitadas do mundo - como fazem as crianças. mas confesso que preferia os tenros anos das infantilidades. os anos de ouro, em que a marca de roupa não importava, porque era melhor comprar missangas nos chineses e comer sem pensar nas calorias. costumo pensar que cada pessoa tem problemas que se adequam às características das suas vidas: se uns têm beleza, não precisam dos adereços, então ficam revoltados por não serem ricos. os que têm o amor, não precisam da beleza, então perdem a auto-estima e entristecem-se por não estarem completos. os que têm os bens materias, acabam por perceber que lhes falta mais alguma coisa - muitas vezes o coração. tento aliviar-me e pensar que esta teoria é verdadeira, como que me tentando apaziguar as mágoas. mas acabo sempre por perceber que há sempre alguém que me parece ter tudo. e é quando percebo que eu te tive a ti quando era pequenina e indefesa, para não notar a trovoada da minha vida tão cedo. é por isso que te agradeço, por hoje pensar como penso, por arranjar teorias que até funcionam e por conseguir ultrapassar as circunstâncias piores. às vezes.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

desafio

a Mariana desafiou-me a isto.

1ª parte: Este desafio consiste em cada pessoa escrever os seguintes factos casuais da sua vida:

1º dia mais triste da minha vida: são dois, um foi quando parti a minha máquina e o outro quando pensava que não podia recuperar a melhor coisa da minha vida - o amor
2º dia mais feliz da minha vida: o dia em que consegui mudar, sair da concha e entregar-me por completo
3º manias: tirar fotografias a tudo, comer enquanto vejo filmes ou jogo sims, apanhar o cabelo, deixar o verniz até à ultima pinta que exista na unha, apertar as bochechas de pessoas fofinhas, arranjar alcunhas e nomes para todos, escrever em caps-lock, despedir-me da J. com as palavras todas pegadas, ouvir a mesma música cem vezes e por aí além
4º filme preferido: Armageddon
5º poeta preferido: William Shakespeare
6º comida preferida: esparguete
7º sou muito: gozona, perfeccionista, despachada
8º viagem de sonho: talvez hamptons
9º gosto de: escrever, fotografar, namorar, rir-me e gozar com tudo

2ª parte:
Qualquer coisa acerca das maravilhas da minha vida: perfeitas

3ª parte:
Nomear os próximos desgraçados e avisá-los
June
Rute

domingo, 15 de agosto de 2010

what about love?

don't let it sweep away.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

olá lisboa

já estou de volta ao meu lar, às minhas coisas, ás minhas pessoas, à minha cama. já voltei ao meu sitio. já matei algumas das saudades que trouxe na bagagem. já tive tempo de arrumar a roupa e de organizar o meu quarto, do meu jeito, da maneira que só eu faço quando cá estou. e agora penso, que ainda de manhã estava a uns bons quilómetros daqui e que passadas só algumas horas, já aqui estou. e gosto de cá estar, porque adoro o cheiro da rotina e do quotidiano em casa. gosto das praias da capital, apesar de estarem a transbordar de gente. do ar, do vento e das paisagens. adoro passear a dois pelos jardins e gosto da cumplicidade que os nossos lugares nos dão. cada vez mais. eu gosto disto, mesmo que não tenha água cor de céu.