e depois de acordar à uma da tarde (shame on me), só dá para me deixar ficar no meu sofá (novo e fofinho), com os quinhentos e muitos músculos, os nervos, o cérebro, as físicas que já não me falam em chinês (graças à maravilhosa explicação), o caderno de química e os chás e mantas. é que acho melhor aproveitar enquanto ainda tenho tempo para conjugar o descanso com o estudo, intercalar o sofá com secretárias duras da biblioteca da faculdade e conseguir fazer tudo com calma ao invés de andar a acabar as coisas a mil à hora (já não estou a fazer isso?). no meio disto tudo, o que vale é que este é o último fim-de-semana passado assim, que depois dos próximos cinco dias, mais que cheios (vai uma aposta em como não vou dormir mais de dez horas a semana toda?), vem o descanso, a viagem, o Natal mágico e o estudo calmo para os derradeiros exames do semestre. coragem, muita coragem.
sábado, 10 de dezembro de 2011
tenho as melhores amigas do mundo
e quando ontem me preparava para sair, depois da preguiça matinal e com a esperança de uma tarde de estudo intensivo [e aborrecido], tocam-me à campainha. assim que olhei para o visor do intercomunicador nem quis acreditar. as duas pessoas mais importantes de sempre, com uma pizza na mão e uma surpresa linda, linda para me animar a sexta-feira (um dos dias mais difíceis da semana, em todos os sentidos). e assim ficámos na conversa ao almoço, ao qual se seguiu uma tarde de filmes como há muito não tinha. sempre com o ar-condicionado no máximo, as mantas em cima do colo, uma cadela a dormir no sofá, doces que nunca mais acabavam e muita girls talk. por isto só tenho a agradecer - ter pessoas assim na minha vida, que pensam em mim antes de pensarem nelas; que transformam as tardes mais tristes em verdadeiras festas e que me dão tudo o que preciso para continuar a seguir em frente.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
eu não queria...
... mas tenho a informar que já sei o que é uma das minhas prendas de natal. e se forem todas assim, tal como nos meus desejos, então estamos no caminho certo!
está nos meus favoritos
isto de passear com a minha avó. andar, andar, andar até onde a rua acaba, até onde o caminho nos leva. no El Corte Inglés, à procura de presentes. pela Baixa, com o mesmo objectivo. pelas mini-lojas dos Restauradores, idem, idem. cansar os pés, mesmo depois de estar acordada desde as sete da manhã. mesmo depois de duas aulas super cansativas. mesmo que logo à noite tenha um jantar de aniversário, com muito a preparar, e uma madrugada inteira para dançar (de saltos, atenção). mesmo que venha aí o pior fim-de-semana de sempre, cheio de estudo e noites em branco. adoro, estes dias que até parecem três juntos, e que nos fazem estar assim - com um cansaço saudável. sabe pelo mundo, ainda que existam coisas más.
[e lá passei eu mais uma vez na Starbucks, só para cumprir o ritual da semana, com o meu Peppermint Mocha na mão.]
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
porque é que...
... aumentamos o volume das músicas tristes, e o baixamos quando começam as mais bonitas e felizes? é que ou mudo isto ou começo a chorar (é o período de sensibilidade do mês) - e se começar agora, nunca mais acabo.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
é cada vez melhor
isto de falar com pessoas de fora, que me conhecem recentemente, que sabem pouco da história dos meus problemas. porque conseguem fazer-me olhar as coisas de outra maneira, dar opiniões imparciais e tornar a minha vida um bocadinho melhor. é do que preciso, isto de perceber tudo de uma nova perspectiva e abrir os horizontes. pensar mais em mim, fazer tudo muito barulhento. não me ficar pelo pensamento, que a vida são dois dias, e quando vemos o que podíamos ter feito já estamos no terceiro. mais coisas destas, precisam-se.
tu não és lilás
apetecia-me tanto mandar-te uma mensagem, agora. quase tanto como me apetece enfeitar aqueles biscoitos acabados de fazer, com o açúcar caramelizado e o corante lilás. é ridículo, como é que nunca vou conseguir descobrir porque é que consegues invadir-me assim o cérebro, deixar-me com o novelo mais embaraçado de todos, apetecer-me-te quase tanto como me apetece comer aqueles biscoitos acabados de fazer, com o lilás a chamar-me pelos olhos. há coisas que nunca irei entender, que não podem fazer sentido na minha cabeça - não é tão simples como saber que dois mais dois são quatro. é que os biscoitos, continuam a ser bonitos que só eles, naquele lilás-quase-rosa-choque que me embeiça. mas tu és diferente, tu fazes-me querer mandar-te mensagens. quase tanto como me apetece que o teu coração seja adoçado por aquele lilás clarinho... se calhar queria poder trocar os biscoitos por ti.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
vestido perfeito: procura-se
depois de um capuccino enorme que soube a pouco, de uma tarde inteira às voltas, de três pães com chouriço, de passarmos por todas as lojas da Baixa. depois de muito rirmos, de sentirmos saudades, de contarmos as novidades todas, de passearmos com copos de café nas mãos, de gozarmos com os nossos problemas, de percebermos que já não estávamos juntas há três meses, de experimentarmos milhões de vestidos... as compras não deram em nada. é que depois disto tudo, está-se mesmo a ver que o que vou levar à gala da faculdade são os sapatos brilhantes.
os problemas são meus
A.: Tens mesmo aquele ar de quem não quer saber de nada, e ficas bem com coisas que eu não ficava.
S.: Isso é o que eu deixo parecer.
A.: E não és sempre assim?
S.: Ao pé dos outros, sim.
e já não é a primeira vez que ouço isto, já é hábito. são muito raras as pessoas que me vêem fora deste meu registo, eu que sou raramente mal-disposta e sempre com um sorriso na cara. é que pode estar a acontecer uma catástrofe lá fora, pode o mundo estar prestes a acabar, que eu não sou pessoa de andar a lamuriar-me pelos cantos, a preocupar a vida dos outros com os meus problemas. e assim, vou sobrevivendo ao mal que me acontece, sendo cada vez mais forte e com uma atitude positiva perante a vida. se nunca me vou abaixo? claro que vou, mas nesses dias tenho as pessoas (poucas, mas as melhores) mais maravilhosas ao meu lado - as únicas que deixo conviver com o meu gémeo mau, com a tristeza que se apodera de mim (quase de ano a ano), sem as minhas gargalhadas habituais ou sem activar o modo desligado para os problemas. não deixo transparecer muita coisa, e isso está-me a fazer cada vez melhor.
S.: Isso é o que eu deixo parecer.
A.: E não és sempre assim?
S.: Ao pé dos outros, sim.
e já não é a primeira vez que ouço isto, já é hábito. são muito raras as pessoas que me vêem fora deste meu registo, eu que sou raramente mal-disposta e sempre com um sorriso na cara. é que pode estar a acontecer uma catástrofe lá fora, pode o mundo estar prestes a acabar, que eu não sou pessoa de andar a lamuriar-me pelos cantos, a preocupar a vida dos outros com os meus problemas. e assim, vou sobrevivendo ao mal que me acontece, sendo cada vez mais forte e com uma atitude positiva perante a vida. se nunca me vou abaixo? claro que vou, mas nesses dias tenho as pessoas (poucas, mas as melhores) mais maravilhosas ao meu lado - as únicas que deixo conviver com o meu gémeo mau, com a tristeza que se apodera de mim (quase de ano a ano), sem as minhas gargalhadas habituais ou sem activar o modo desligado para os problemas. não deixo transparecer muita coisa, e isso está-me a fazer cada vez melhor.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Tal vez se nos fue el amor por la puerta en donde entro, quizas en algun descuido se escapo sin darnos
cuenta. Definitivo este dolor, que me condena y me lastima, sera la suerte quien decida si me mejoro o me domina. Y ya no quiero ser, una hoja de papel, que se escribe dia a dia solamente con tu tinta.
plano das festas para hoje
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| [os músculos só deviam ser estudados em exemplares destes] |
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