domingo, 22 de dezembro de 2013

Já dizia o inesperado

Vais ficar sozinho. E vai ser bestial.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

And then you go from there

If you love someone you tell them. 
Even if you’re scared that it will burn your life to the ground.
You say it, and you say it loud.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A palavra do ano

Quando já foram eleitas as dez palavras do ano, tenho a dizer que a minha é bem diferente de qualquer uma delas. Pode até ser um clichê - ou a palavra mais antiga do vocabulário português - mas continua a ser a mais bonita. E a minha preferida para 2013. 

Saudade.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Sabes o que desejei, avó?

Que abrisses os olhos e me visses assim, com tanto de ti. Porque ainda tinha muito para aprender. 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sublime

" (...) devíamos repensar os votos do casamento e aquilo que é o ideal romântico de uma pessoa que concentre tudo o que queremos. E repensá-los de tal forma que esses votos deviam ser alterados para algo mais realista como: 'prometo desiludir-me contigo e só contigo; (…) analisei as diferentes opções para ser infeliz e foi contigo que escolhi comprometer-me.' Gosto tanto disto que se algum dia chegar ao altar talvez me ouçam dizer uma coisa do género. Não é pessimismo, é exagero realista e acho que só se diz uma coisa destas a alguém de quem se gosta mesmo. Além do mais, eu estou com o Alain de Botton e acho que o segredo de uma relação não é encontrar a pessoa certa mas sim saber estar com uma bastante incerta."

domingo, 1 de dezembro de 2013

Sweet December

Ainda no outro dia estava a sair da praia e a dizer para o ar qualquer dia já estamos no fim do semestre, e não é que esse dia está mesmo aí à porta? Quase sem avisar, a uma velocidade que nem eu entendo e pronto para me deixar duas semanas cheia de cabelos brancos, o filho da mãe. Estou a aproximadamente quinze noitadas de me ver livre de metade do segundo ano, e só rezo para conseguir fazer tudo de uma vez. Enquanto estudo e trabalho que nem uma louca (mas com três maravilhosas folgas por semana, qual céu), vou pensando no que fazer às quase 6000 fotografias tiradas com o meu telemóvel, que depois de tanta coisa para as tirar, tinham que ter algum fim - quando ganhar forma, vai ter o nome de O meu ano em telemóvel (que bonito, han?). Preparo também as minhas listas, os meus textos que guardo sempre para mim e os desejos que tanto gosto de pedir ao longo deste mês mágico. É assim, a vidinha corre, os dias passam e nós cada vez mais crescidos. Já para não falar das horas de sono a mais que têm vindo a aumentar a cada dia que passa. Não soubesse eu a minha idade e diria que estava a rondar os 80. Enfim.

sábado, 23 de novembro de 2013

A minha primeira vez

Guardo-vos comigo.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Do que aprendi hoje

Há pessoas que só podemos mesmo amar à distância. Que perderiam toda a admiração que temos por elas, caso voltassem à vulgaridade da rotina. Há pessoas que só podemos amar estando longe delas, e agora ainda gosto mais de as amar assim.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A todas as pessoas que me rodeiam

e que me inspiram, cada uma com a sua luta. Cada uma a dar-me a força que preciso para continuar, mesmo sem se darem conta. Obrigado, do fundo do meu coração.

domingo, 17 de novembro de 2013

Mentirosa

Eu, quando digo que até podia lutar por ti, mas que "nunca te ia valorizar como ela". Desculpas.

sábado, 16 de novembro de 2013

Eu


sábado, 9 de novembro de 2013

Uma das vantagens de não me falares

é ter deixado de jogar ao Candy Crush. Da minha parte, um obrigadinho.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Pois


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Eu só queria

um dia em que pudesse parar. Tudo. 24 horas sem ouvir uma discussão, uma frase que meta a palavra "tribunal", sem os sapatos que me fazem doer os pés, sem as preocupações constantes no meu coração. Nunca fui de pedir muito. Era só um dia. Um mero dia, sem os meus pais, a faculdade, o trabalho. Não, não é uma folga. É o parar do tempo. Mas só este bocadinho. Que se há coisa que tenho aprendido é que parar é morrer. E que é preciso continuar, continuar e continuar - para não se perder o equilibrio. Demorei um minuto a magicar estas palavras - lá se foi o tempo da minha pausa. Semana difícil, aqui vamos nós.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Extremos

Na semana passada estava a adorar estes sapatos. Ficavam lindos com calças, saias, calções e afins. Até os começar a usar no trabalho. Dois dias. Inteiros. Seguidos. Agora nem vê-los. Lindos, lindos, ficam eles no cacifo. É oficial: odeio-os.

Dormir, precisa-se!

Bed💕
Ou o amiga linda, estavas mesmo à minha espera, adoro-te! que digo  para a minha cama quando chego a casa vai começar a repetir-se muitas vezes. E ninguém quer que eu dê em maluca, certo? O pior é que vem aí outra semana das boas e já estou mesmo a ver o cenário todo...

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Abre os olhos

- Percebes que o problema não é dela, certo?
- Agora? Completamente.

domingo, 27 de outubro de 2013

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Pronto

já podem parar de me ligar. Next stop: Zara. E não podia estar mais feliz.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Throwback time

Há precisamente um ano atrás, a minha vida não podia estar pior: achava que estava perdida no mundo, saltava de casa em casa, os meus pais discutiam que nem loucos (não só os dois, mas também comigo), tinha cada vez mais saudades da minha avó, estava sem trabalho, sem carro, não falava com a minha mãe e mais uma série de coisas que, para mim, eram as mais negras do mundo. Setembro e Outubro foram dois meses tão maus, tão maus, que eu já me sentia culpada de ter tido umas férias maravilhosas e que obviamente estes tempos terríveis se deveriam a isso mesmo (enfim...). Hoje, passado quase um ano, está tudo na mesma. Mesmo que esteja menos perdida, ainda me sinto um comboio fora da linha quase todos os dias, salto de casa em casa, os meus pais devem ter ganho ainda mais gosto em discutir (comigo), continuo a ter as piores saudades do mundo da minha avó, estou sem trabalho e não vejo nenhum que consiga conciliar com o meu curso, mal falo com a minha mãe e acho que estou numa maré de azar descomunal. Mas neste dia, em que entreguei mais vinte mil currículos e corri a meia maratona para que uma entrevista desse certo, pensei, pensei, pensei e aprendi uma coisa muito importante: a vida não tem que estar sempre perfeita, com todos os domínios no lado bom (ainda que eu tenha essa mania). Os meus males continuam cá, sempre. Os meus pais não vão mudar, o trabalho só aparece quando tem de ser e eu vou estar sempre por minha conta neste mundo. Os azares acontecem, uns atrás dos outros, e há alturas em que não consigo ver uma ponta que seja do céu atrás das nuvens. Mas se der menos importância aos meus problemas, às coisas que vão estar sempre lá, aos azares que (ainda) não posso mudar, vou ser, de certeza, muito mais feliz. Afinal de contas, acho que nunca aguentei muito tempo desanimada. Tenho tanta coisa para compensar... E para o ano estamos cá outra vez, a dar cabo destes meses! Porque o que conta não é estar sempre nas sete quintas, com tudo resolvido (ainda que seja uma grande ajuda), mas sim a maneira como se dança na chuva. 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

sábado, 12 de outubro de 2013


domingo, 6 de outubro de 2013

Medo

Acho que descobri qual das coisas que aprendi na minha primeira relação é que devia usar neste momento. Só que uma coisa é lutar pelos outros quando eles querem que se lute. Agora outra coisa... outra coisa é fazer o que já fizeram por mim, apanhar-me quando era uma borboleta livre, mesmo eu não querendo ser apanhada. Acho que já descobri que não consigo ser eu a fazer isso. Mas e se eu não aprender nunca?

Esta semana

vai ser cheia. De sol, de surf, de treinos, de boa música, de corridas, de comer bem, de estudar a minha matéria preferida, de ir buscar o carro à oficina, de ir a uma festa brasileira, de voltar ao sítio em que estava há dois meses atrás. Adoro.