segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sooooo happy

O meu irmão passou de ano, sem nenhuma negativa! E não há iphones, malas, sapatos ou carros que comprem isto. Que alívio! Só me apetece enchê-lo de beijinhos!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Borboletas

If ever there was someone to keep me at home, it would be you.

Eddie Vedder - Guaranteed

domingo, 23 de junho de 2013

Be good anyway

é a frase que repito na minha cabeça, sempre que penso em pagar na mesma moeda a quem tem atitudes menos boas comigo. E no fim de contas, quem sai sempre a ganhar sou eu. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A diferença

Uma coisa é esquecer uma pessoa com quem se partilhou bons momentos, levar tempo a sarar, relembrando tudo e mais alguma coisa. Outra, completamente diferente - e, porquanto, muito mais errada - é reprimi-la dos nossos pensamentos pelo máximo de tempo possível, até parecer que voltámos ao -4 do parque de estacionamento... porque o elevador não nos podia ter enterrado mais.



Devagar. É preciso esquecer devagar. 
Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, 
a outra pode ficar-lhe para sempre.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Melhor do que procuras, é quem tu tropeças.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

sábado, 8 de junho de 2013

Já sei

porque é que todas as pessoas de que eu consigo gostar, só me querem usar para esquecer a relação anterior. É que eu também só quero gostar delas para me esquecer de alguém. 

História da minha vida

sábado, 1 de junho de 2013

:)

L.: Eu sei que ele não é bonito fisicamente, mas sabes que mais? O problema é que estou farta de coisas físicas que não dão em nada, que não me fazem feliz. E eu gosto dele.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Endings are also beginnings

Há oito meses atrás, a minha vida estava ao contrário. Só tinha três cadeiras, uma mão cheia de nada para fazer e muita confusão nesta cabeça. A pessoa que não me falava há seis meses, voltou-me a virar do avesso, quando já tinha quase tudo alinhado. Mas as coisas mudam. Ainda não sei onde fui buscar a vontade que tive, naquele momento em que me decidi aventurar à procura do meu primeiro trabalho. Outubro, foi o mês de largar tudo. Fui a umas quantas entrevistas, fiquei em três sítios, mas escolhi o que, na altura, me parecia dar um ordenado mais razoável. Estava perdida no meio do mundo gigante que era aquela loja, onde antes eu era cliente - e onde agora tinha de fazer o outro papel, estar do lado de lá. Demorei algum tempo a integrar-me. Envergonhada como sou, deixei que fossem sempre elas a dar o primeiro passo. Comecei a conhecer melhor o espaço, as tarefas, as rotinas - a gostar do que estava a fazer. E tal como comecei a conhecer as minhas funções, também comecei a conhecer as pessoas que faziam parte do meu novo dia-a-dia. Encontrei um escape, uma maneira de não pensar nas coisas que se passavam à minha volta. E ali estava eu, quatro horas por dia, a dobrar roupa, a ouvir o mesmo CD todas as noites, a esvaziar a cabeça de tudo o que precisava de sair. Nunca pensei que me fosse cruzar com pessoas tão boas (ou tão más, que também as havia). Criei laços que nunca vou esquecer, abstraí-me do que não interessava e tinha o meu dinheiro ao fim do mês. Fiquei orgulhosa de mim. O que para os outros parecia ser pouco, para mim já era um mundo. Depois, veio a época dos saldos. Mais pessoas novas na equipa, mais coincidências, mais amigos para a vida. Tanto trabalho (tanto, tanto, tanto), mas uma vontade desmesurada de continuar, de fazer melhor, de mostrar aquilo que consigo fazer. Valeu-me dois contratos de seis meses. Confesso que muitos eram os dias em que não me apetecia ir. Queria ficar em casa, sem mexer uma palha, jantar com os meus pais (oh que saudades, que bom matá-las), ver as minhas novelas e sair. Mas agarrava em mim e lá ia eu, mais uma vez, a contar os dias para a próxima folga. E aguentei - até agora. Há oito meses atrás, a minha vida estava ao contrário. Não sabia o que era trabalhar, ter de me esforçar para ganhar o meu próprio dinheiro, dividir tarefas em equipa. Se ganhei paciência para umas coisas durante este tempo, também a perdi para outras. Aprendi tanta coisa - acerca de mim, acerca dos outros. Calei-me, mas também me revoltei. Não trocava estes momentos por nada, apesar das mais que mil horas em que me matei naquele centro comercial. O problema, é que tudo tem o seu tempo, e tal como algumas das pessoas foram deixando o seu posto, também chegou a minha hora de mudar. Fui muito feliz na Stradivarius - ri-me, chorei, criei laços impensáveis, aprendi, conheci, gritei, perdi a paciência, perdi a coragem, perdi exames, apanhei pó na cara e outras quinhentas coisas que podia estar aqui a contar - mas está na hora de me ir embora. Há oito meses atrás, a minha vida estava ao contrário. Parece que agora também está - mas quem é que disse que eu gostava de viver do lado certo?

sábado, 25 de maio de 2013

Não me perguntes porquê

mas passar na tua rua antes de dormir faz-me ficar melhor. Sei lá. Ultimamente, nem eu me entendo.

Nas duas últimas semanas

- despedi-me;
- fiz sete trabalhos num dia;
- atiraram-me para uma piscina vestida e fiquei mais que doente;
- fui a uma festa surpresa;
- dormi na residência às escondidas;
- quase matei um pássaro;
- fiquei quase sem dinheiro e
- perdi a chave do carro.

A minha vida dava um circo, está visto.

sábado, 18 de maio de 2013

É triste

perceber que, quase um ano depois, a pessoa que mais te fazia escrever foi a que fez com que o deixasses de fazer. Ou fotografar. Existem coisas que nunca mudam, mas depois há aquelas que dão voltas de 360 graus. E disto sim, eu tenho saudades - desta parte que eu já não sou, é do que me lembro todos os dias.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Eu sei, oh se sei

"Too often, the thing you want the most is the one thing you can't have. Desire leaves us heartbroken, it wears us out. Desire can wreck your life. But as tough as wanting something can be, the people who suffer the most, are those who don't know what they want."

domingo, 28 de abril de 2013

É tão bom

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perceber que fiz bem o meu trabalho. Que as horas a mais, o esforço, a dedicação deram resultado. E de hoje em diante, prometo pôr ainda mais de mim em cada coisa que faço. Dar mais atenção às matérias, colher bons resultados e conseguir conciliar as três coisas que mais preciso neste momento - o trabalho, que apesar de tudo, eu adoro; as matérias mais bonitas da faculdade, que só me deixam um passo mais perto de fazer o que eu amo, e o exercício que me faz feliz. Porque é como dizem: when you're doing what you love, love will find you.

sábado, 27 de abril de 2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Já passou um ano

mas às vezes continuo a não acreditar que desapareceste da minha vida. Há dias em que me esqueço que exististe, quando não penso em ti durante longos períodos de tempo. Talvez por não conseguir ir muito fundo no que toca a memórias, ou por doer cada vez mais à medida que os meses avançam. Foste tu, quem mais me moldou, quem preparou a minha maneira de ser para o mundo, quem me criou. E eu sei que me ouves, que me proteges, que vais sempre estar com um olho em mim e o outro nelas, mas existem momentos em que me revolto. Em que precisava de uma hora, só mais uma hora, ao pé de ti, e contava-te o que aconteceu nos últimos doze meses. Que tirei a carta, que me separei de quem tu mais gostavas, que já trabalho como as pessoas crescidas e que consigo poupar o meu dinheiro para ajudar em casa. Ias gostar de saber, que adoraram o tanto de mim que eu ponho nas coisas que faço, dos elogios que recebo, dos próximos meses que me ofereceram para continuar. Que mudei de curso, para o que eu sempre quis. Que não deixo cadeiras para trás por ter gravado na cabeça o que me costumavas dizer, pela sede de liberdade que sempre me conheceste. Contava-te também que na semana passada fiz oito horas de viagem só para te pôr uma flor, mas isso tenho a certeza que tu sabes. Ou que já levo as minhas tias onde elas precisam quando os outros não podem e a mãe me falha. Já sou mais adulta. Acho eu. É que por muito que eu saiba isto tudo, que tenha um livro para te contar, ainda fico pequenina ao pé de certas coisas. Já não tenho medo de viver tudo muito rápido, ou que os meus dezanove anos ao pé de ti tenham passado a correr. Do que eu tenho medo, é da velocidade a que eu me esqueço. Das tuas feições, dos dias em que choravas de felicidade quando eu ia a tua casa, de me ires buscar à escola, dos dias em que eu e a J. te pintávamos os móveis com canetas. De tudo. E tu sempre ali, a amar-me como se eu fosse mais que tua filha. Não me quero esquecer de ti. E é por isso que gastei quase metade das minhas poupanças para te ir visitar, que continuo a pendurar as tuas fotografias no meu quarto, que oiço músicas que ouvi há 365 dias atrás. Eu sei, que no mundo dos crescidos a velocidade não muda. Mas é por isso que ainda não vivo nesse mundo, e que vou dar tudo o que eu tenho para que ela abrande.

domingo, 21 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Constantemente, sinto saudades das pessoas que perco. Mas não as quero de volta - já doeu uma vez.

sábado, 13 de abril de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

[Todo o sentido]

Well you see her when you fall asleep
But never to touch and never to keep
'Cause you loved her too much
And you dived too deep

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cada vez que marco um jantar contigo

é como quando vou comprar roupa: pego nas coisas que quero experimentar, entro no provador e faço figas para que não goste de as ver vestidas. Não quero ter vontade de te comprar, percebes?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Uma semana

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e faço seis meses a trabalhar, voo para Madrid, lanço-me numa viagem de carro enorme para levar as flores mais bonitas à melhor pessoa do mundo e vou jantar em casa durante quinze dias. Uma semana e estou de férias, meus amigos.