domingo, 28 de abril de 2013

É tão bom

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perceber que fiz bem o meu trabalho. Que as horas a mais, o esforço, a dedicação deram resultado. E de hoje em diante, prometo pôr ainda mais de mim em cada coisa que faço. Dar mais atenção às matérias, colher bons resultados e conseguir conciliar as três coisas que mais preciso neste momento - o trabalho, que apesar de tudo, eu adoro; as matérias mais bonitas da faculdade, que só me deixam um passo mais perto de fazer o que eu amo, e o exercício que me faz feliz. Porque é como dizem: when you're doing what you love, love will find you.

sábado, 27 de abril de 2013

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Já passou um ano

mas às vezes continuo a não acreditar que desapareceste da minha vida. Há dias em que me esqueço que exististe, quando não penso em ti durante longos períodos de tempo. Talvez por não conseguir ir muito fundo no que toca a memórias, ou por doer cada vez mais à medida que os meses avançam. Foste tu, quem mais me moldou, quem preparou a minha maneira de ser para o mundo, quem me criou. E eu sei que me ouves, que me proteges, que vais sempre estar com um olho em mim e o outro nelas, mas existem momentos em que me revolto. Em que precisava de uma hora, só mais uma hora, ao pé de ti, e contava-te o que aconteceu nos últimos doze meses. Que tirei a carta, que me separei de quem tu mais gostavas, que já trabalho como as pessoas crescidas e que consigo poupar o meu dinheiro para ajudar em casa. Ias gostar de saber, que adoraram o tanto de mim que eu ponho nas coisas que faço, dos elogios que recebo, dos próximos meses que me ofereceram para continuar. Que mudei de curso, para o que eu sempre quis. Que não deixo cadeiras para trás por ter gravado na cabeça o que me costumavas dizer, pela sede de liberdade que sempre me conheceste. Contava-te também que na semana passada fiz oito horas de viagem só para te pôr uma flor, mas isso tenho a certeza que tu sabes. Ou que já levo as minhas tias onde elas precisam quando os outros não podem e a mãe me falha. Já sou mais adulta. Acho eu. É que por muito que eu saiba isto tudo, que tenha um livro para te contar, ainda fico pequenina ao pé de certas coisas. Já não tenho medo de viver tudo muito rápido, ou que os meus dezanove anos ao pé de ti tenham passado a correr. Do que eu tenho medo, é da velocidade a que eu me esqueço. Das tuas feições, dos dias em que choravas de felicidade quando eu ia a tua casa, de me ires buscar à escola, dos dias em que eu e a J. te pintávamos os móveis com canetas. De tudo. E tu sempre ali, a amar-me como se eu fosse mais que tua filha. Não me quero esquecer de ti. E é por isso que gastei quase metade das minhas poupanças para te ir visitar, que continuo a pendurar as tuas fotografias no meu quarto, que oiço músicas que ouvi há 365 dias atrás. Eu sei, que no mundo dos crescidos a velocidade não muda. Mas é por isso que ainda não vivo nesse mundo, e que vou dar tudo o que eu tenho para que ela abrande.

domingo, 21 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Constantemente, sinto saudades das pessoas que perco. Mas não as quero de volta - já doeu uma vez.

sábado, 13 de abril de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

[Todo o sentido]

Well you see her when you fall asleep
But never to touch and never to keep
'Cause you loved her too much
And you dived too deep

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cada vez que marco um jantar contigo

é como quando vou comprar roupa: pego nas coisas que quero experimentar, entro no provador e faço figas para que não goste de as ver vestidas. Não quero ter vontade de te comprar, percebes?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Uma semana

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e faço seis meses a trabalhar, voo para Madrid, lanço-me numa viagem de carro enorme para levar as flores mais bonitas à melhor pessoa do mundo e vou jantar em casa durante quinze dias. Uma semana e estou de férias, meus amigos.