sábado, 30 de junho de 2012

Às vezes

a vida dá uma volta. Ou muitas. As que precisa de dar para abrirmos os olhos. Para podermos desviar-nos até ao caminho certo, que não era aquele em que estávamos. E pode não parecer agora, que é a melhor coisa que nos está a acontecer, mas há-de ser assim. Posso ter crises de cinco em cinco minutos, incertezas sobre o que tenho a fazer. As faltas de ar podem até começar a fazer parte do meu quotidiano, e as saudades e o ódio virem de mão dada. Mas vale a pena tentar. Porque apesar de não ter certezas de nada, de me ter tornado numa bipolar de sentimentos e de querer desistir, é isto que sempre me definiu. E mudar, muda-se sempre para melhor. Ainda que não pareça agora, ainda que o ar me falte quando leio textos de há cinco anos atrás. Quero largar tudo. Estou a largar tudo. Por todas as vezes que já fui eu a querer ficar sozinha, que pensei em desistir sem coragem nenhuma. No lugar das pessoas que tenho perdido (três, este ano), não vou pôr nenhumas. Que o que me tem valido nos últimos dias, é ter pessoas completamente diferentes do que eram as que agora me faltam. Se calhar foi por isso que cheguei onde estou. Porque tinha de os conhecer a todos. De ouvir da boca deles - e só convivemos há menos de um ano - que tenho cinco casas à minha disposição. Sorrisos e filmes. Saídas. Jipes na praia. Estudo acompanhado. Hábitos novos, mais felizes, com menos dramas. Vícios. Amor sem nada em troca. Já para não falar nos que conheço há anos - nem preciso de dizer nada, que estão mais que presentes para mim. Tenho um buraco no coração (maior do que aquele em que caí), que tenho, mas também sei que tenho as melhores pessoas do meu lado, em tamanho gigante - e tudo para continuar a querer mudar. 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Já estou

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tão (mal) habituada a ir para todo o lado de carro, que já não sei como apanhava tantos transportes antes. É que hoje só de ir de metro, lembrei-me do longo caminho que há um mês fazia - e só de me lembrar, acho que fiquei mais cansada do que depois de trinta quilómetros de passadeira. Manias novas.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Eu ia estudar

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mas já li cem páginas de manhã, e saiu um episódio novo, por isso...

Adoro

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chegar à altura do ano em que não preciso de usar base. E mais à frente, quando a praia já faz parte da rotina, não usar pó bronzeador. Nada (sem ser o rímel, que é sempre indispensável). Uma tez perfeita sem esforço. Quer seja pelo sol - que nos dá muito melhor ar - ou pela pele - que já está lisinha e sem uma única imperfeição. Natural, e muito mais leve, como se quer no Verão. 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hoje

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[um corpinho destes é que era]
voltámos (eu e o meu quilo a mais) a fazer exercício. O vídeo da Jillian esteve este tempo todo na minha televisão e eu nem me lembrava dele (ou não queria lembrar-me, vá), e vai daí que decidi pôr-me a mexer. Fiz meia horinha de treino intensivo, sem parar e sempre a tentar atingir o nível mais difícil. Resultado: sinto-me capaz de cair a qualquer momento quando ando, e as minhas pernas estão que nem gelatina (isto para não falar da cintura, que nem rir-me consigo) - e ainda nem passaram duas horas. Imagino-me amanhã, a conduzir e a andar assim. Ninguém disse que era fácil, voltar aos hábitos passados. Mas que tem de ser, tem de ser - mais não seja por andar a pagar o ginásio há um mês e ainda não ter posto lá os pés por não ter tempo.

Isto é o que eu vou fazer

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no que ainda resta deste dia. Ficar estendida no sofá, com o meu chá novo, o livro que está na mesa de cabeceira desde Setembro passado (uma vergonha), as minhas séries (que agora são tão poucas) e muito descanso. É que hoje a manhã foi super atarefada e devastadora (já para não falar na parte de não conseguir quase andar por ter voltado ao exercício). E o pior é que o dia de amanhã, vai ser todo preenchido com mais do mesmo - estudo, montanhas de trabalho e o belo do treino. Ou seja: férias, nem vê-las ao longe.

sábado, 16 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

É sexta-feira

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mas é como se fosse domingo e a última semana de aulas nunca se tivesse passado. É que apesar de o semestre já ter acabado, ainda há uma frequência amanhã (sim, ao sábado, às nove da manhã) e segunda-feira começam os seis últimos exames deste primeiro ano de faculdade - obrigatórios, pois claro. E eu gostava, gostava mesmo muito, de fazer todas as cadeiras e ter as minhas merecidas férias. Por isso, e com a última noite super bem dormida (dez horas chegam para repôr baterias), este serão (e quem sabe madrugada) vai ser passado à volta das químicas. Muita água, chá de limão e ar fresco. Cremes hidratantes, pijamas largos e a mesa da sala só para mim. Assim, tudo vai resultar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

domingo, 10 de junho de 2012

Esta frase?

"Tem gente que aprende na primeira. Tem gente que aprende na segunda. Tem gente que nunca aprende."

Olho para ela todos os dias, num muro perdido algures no caminho para a faculdade. Sou eu - tal e qual.

sábado, 9 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Quando vem o calor

existem sempre algumas coisinhas básicas a comprar. Estas eram as que me faltavam. Umas vêm a caminho, outras já param pelo armário e uma data delas ainda ficam pelas lojas, à espera que tenha tempo para as ir buscar.

Bom dia

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ao estudo matinal. Ao ar fresco e ao sol na janela. Ao pequeno-almoço saudável. Aos cremes reafirmantes. Aos drenantes. Aos litros e litros de água. Aos banhos demorados. Aos óculos, para descansar a cabeça. Às flores. Aos passeios por Lisboa, para fazer recados. Bom dia.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

terça-feira, 5 de junho de 2012

Os únicos passeios

que vamos dar nas próximas duas semanas, é para a faculdade. Valha-nos o sol e os breaks.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Happy Birthday


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to me.

domingo, 3 de junho de 2012

A odisseia de sábado à noite

With Diamonds
Toda a gente que me conhece, sabe que sou péssima com caminhos. O meu GPS interior deve ter vindo estragado, porque nem depois de passar, no mínimo, umas mil e quinhentas vezes no mesmo sítio, eu sou capaz de saber como lá chegar. Pronto, também admito que a minha queda por sestas no carro não é a melhor ajuda para ir com atenção à estrada, mas o que importa é que, quando vou acordada, é praticamente a mesma coisa que ir a dormir - os caminhos só me entram no cérebro depois de muitas, muitas vezes a passar por lá (e muitas vezes não são assim umas dez, mas umas trinta pelo menos). Pois que ontem, depois de andar o dia todo de carro - incluindo pelo trajecto que ia fazer à noite - estava eu pronta para apanhar o autocarro para o cinema (sim, porque eu sou ciente da minha tremenda desorientação e nunca na vida iria, por iniciativa própria, por um caminho que não sei), quando me lembro que o dito cujo não passa aos sábados [estúpida, que em vez de ver os horários certos, confia na primeira coisa que lhe aparece à frente]. Lá vou eu a correr para casa, a implorar ao meu pai que me levasse. Mas parece que um jogo de futebol (ainda por cima com o resultado que teve) era um acontecimento imperdível, e se não fosse de carro sozinha, simplesmente não ia [entrei logo em pânico, mas não podia deixar de reparar no mais inacreditável disto tudo - o meu pai ter-me deixado levar o carro para o desconhecido]. Entrei no carro, cheia de indicações distorcidas na cabeça, confiante de que só podia chegar lá bem - tinha de chegar lá bem e descobrir o caminho certo. Até à auto estrada, tudo muito bem, pensava eu que já lá estava quase - até encontrar uma rotunda [toda a gente que me conhece, sabe que odeio rotundas] e seguir pela saída errada. E pronto, desgracei-me. Entrei por bairros que não conhecia de lado nenhum, passei linhas do eléctrico que não me diziam nada, não via uma única indicação. Desesperada, parava em todo o lado para perguntar o caminho. Já estava por tudo, e achava mesmo que só ia sair dali quando se acabasse o gasóleo. O que me valeu, foi ligar à J. (calma, o carro tem alta voz, não infringi nenhuma lei... acho eu) e que ela me explicasse o caminho, coisa que nunca pensei que conseguia fazer - que conduzir, para mim, não se conjuga com mais nenhuma tarefa. E finalmente, cheguei onde queria. Arranjei logo lugar (sim, que também só faltava isso a correr me mal, não?) e passei, literalmente, o filme todo a pensar como ia voltar para casa. Mas voltei. E acabou por correr tudo bem. Há uma primeira vez para tudo, e esta foi a primeira vez que me perdi. Primeira de muitas, mas desenvencilhei-me bem (digo eu). E o medo que eu tinha dos caminhos desconhecidos, desapareceu. É que depois disto, vou para todo o lado!

sábado, 2 de junho de 2012

O que vale

por todo o trabalho que vou ter nas próximas duas semanas, é o bom tempo que aí vem e as coisas boas que estão a chegar. É sempre assim: muito esforço, muitas recompensas.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Chegou

o meu mês. O preferido, de todo o ano.