sexta-feira, 28 de setembro de 2012

- Sei que olhaste para a minha janela, enquanto voltavas para casa. A minha luz não estava acesa, percebes?

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Tenho a certeza

Não é irónico?

O ano passado, tinha sempre um turbilhão de coisas para fazer. Coisas por estudar. Cadeiras a mais. Trabalho para ajudar. Um namorado. Um inscrição no ginásio. A carta por tirar. Tudo e mais alguma coisa, portanto. Tempo é que nem vê-lo, andava todos os dias numa correria desenfreada para conseguir fazer tudo. E conseguia. Mal, mas conseguia. Agora perguntam vocês: o que é que isto tem de irónico? Tecnicamente, não tinha nada. Mas e se vos dissesse que, este ano, só tenho três dias de aulas por semana e quase nada para fazer? É que até eu, quando me apercebi disto, não pude evitar rir-me de mim própria. Há com cada coisa...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A minha turma nova

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tem três rapazes. Quer isto dizer que quando todos (como se fossem muitos) decidirem faltar às aulas, vou-me sentir num daqueles colégios só de raparigas. Ou isto é um sinal, ou não sei o que é que se passa naquela faculdade. É que por este andar, vou ter de andar com uma imagem destas na carteira (ah ah).

domingo, 23 de setembro de 2012

Amanhã

é Segunda-Feira, tenho aulas às oito da manhã e ainda não comprei um caderno que seja para escrever - mas estou com uma vontade incrível de começar o ano lectivo. Umas horinhas de aulas, outras tantas no ginásio e um pé na papelaria mais próxima chegam-me para dar inicio à semana. Que seja assim, todos os dias, todo o ano.

Na estação que agora acaba, eu...

só tive um mês de férias verdadeiras;
acabei uma relação de quatro anos;
fiz um cruzeiro;
tive um "amor" de Verão;
saí à noite duas semanas seguidas;
só chorei uma vez;
mudei para o curso que queria;
discuti com os meus pais;
conduzi para lado nenhum;
senti saudades da minha vida de há uns tempos;
fui de férias com as minhas amigas;
não fui a nenhum festival;
fui livre;
tirei milhares de fotografias;
fiz patinagem no gelo;
fiquei sem dinheiro;
(re) conheci pessoas;
dormi na praia;
cortei um palmo de cabelo;
nadei à noite e
aproveitei cada minuto da minha época preferida do ano. Não fosse esta a época que mudou a minha vida - e que me fez descobrir que virada do avesso é que eu estou bem.

sábado, 22 de setembro de 2012

Aprendam

- O meu próximo namorado nunca há-de saber o código do meu telemóvel ou a password do meu computador. Nem sequer o link do meu blog. Se é para evitar dramas, é a sério.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Desta vez não digo nada

para não dar azar.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Já eu ando movida a café

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e a semana das festas ainda nem chegou a meio. Vamos a mais uma?

sábado, 15 de setembro de 2012

Vai ser o primeiro dia

No ano passado, por volta desta altura, estava eu desesperada. Talvez desesperada não seja a palavra certa para definir o que senti quando não vi o meu nome na lista, de tão triste que estava. Experimentem planear o que vão fazer com um ano de antecedência, deixar tudo combinado, pôr dinheiro de parte, olhar para o futuro e tomá-lo como garantido, para depois não ser nada como queriam. Foi assim que me senti. Literalmente atirada para um curso que pouco me dizia, sem ninguém com quem partilhar os meus medos de que o plano B não desse certo e com poucas esperanças para os meses que se seguiam. Pois é. Dizem que o mundo dá as suas voltas sem avisar, e foi isso que pude experimentar na pele. Vi-me obrigada a fazer cadeiras que detestava, a ouvir matérias que nada me diziam e a entrar num mundo que não era o meu - pelo menos não o que eu queria que fosse. É que um dia estamos a escrever tudo na agenda, certinho e direitinho, com a certeza de que nada vai falhar. Do que nos esquecemos é que, de repente, a vida muda. Se calhar para nos mostrar que o caminho não era aquele. Ou que podemos sobreviver com menos do que ambicionámos. Sempre fechei os olhos a essas hipóteses, que nunca pude aceitar que fossem verdade. E contei pelos dedos das mãos as pessoas que continuaram a acreditar que eu ia conseguir. Uns aconselhavam-me a desistir, a tentar outra opção, mais barata, mais fácil. Outros faziam prospecções sobre o que iria acontecer, enquanto me diziam que podia ser um sinal para mudar o futuro. Mas eu nunca me contentei. Nunca desisti dos meus planos. Sabia o que queria, ia lá chegar - fosse de que maneira fosse. E a prova disso, é que fiz praticamente todas as cadeiras de um curso que me deu cabo dos nervos, conheci pessoas que nunca tinha conhecido se não fosse esta partida do destino e, finalmente, mudei para o meu lugar. De hoje a cinco anos, hei-de ser dentista. A partir de segunda-feira começa, oficialmente, a rotina que eu tanto desejava. E mesmo que estes planos sejam virados do avesso, mesmo que as coisas não corram como eu previa... eu vou sempre encontrar a estrada certa. Aquela que começa daqui a dois dias - cheia de motivos para me deixar feliz.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Virar a página

Acabar uma relação é difícil, tenha ela durado 1, 4 ou 9 anos - o que seja. Às vezes só duram meses e, ainda assim, arrancam-nos tudo cá de dentro. Mas o tempo passa. E com ele as coisas desvanecem, mesmo que não deixem de morar connosco. Acabar uma relação é difícil. E ainda mais difícil é passar pelos lugares e pelas pessoas a primeira vez, depois de tudo ter acontecido. As perguntas, os cheiros, as memórias. Mas o tempo passa. E com ele chegam as segundas vezes e as novas oportunidades. O nó sai da garganta, percebemos que somos livres e que só podemos contar connosco. Estamos sozinhos, mal habituados e sem coragem para conhecer o que quer que seja. Só que depois... depois o tempo passa. E com ele as memórias desvanecem. Começamos a gostar de estar sozinhos, a querer mais aventuras e a companhia de desconhecidos. E aí, aprendemos a amar relações. Não porque elas sejam difíceis de acabar - mas porque nos abrem o coração ao mundo dos erros.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aproximam-se

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os últimos dias da minha época preferida do ano. Tenho um quarto, uma vida e uma cabeça por arrumar. Mas tudo o que quero agora é pensar nos três dias na casa de férias, só com a J. e a C. E esperar ansiosamente pela confirmação de que é este ano que o meu sonho se vai realizar. Acalmar as mil e uma ideias que tenho a fervilhar cá dentro. Cortar o cabelo e mudar de vida, mas ser igual a mim. Que as melhores coisas, nunca mudam.

sábado, 1 de setembro de 2012

Please